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  • PALATNIK - 24 X 22 CM - RARA ESCULTURA EM RESINA DE POLIÉSTER REPRESENTANDO BELÍSSIMA CARRUAGEM INDIANA. PERFEITO ESTADO DE CONSERVAÇÃO, ALTO BRILHO. MEDE APROX 24 X 22 CM. ABRAHAM PALATNIK. (Natal RN 1928 - 2020). Artista cinético, pintor, desenhista.
  • SWAROVSKI - Belo lote de três esculturas em cristal translúcido retratando rara família de sapos, decorados com rica lapidação e extraordinária luminescência. Selados sobre a base Swarovski. Áustria meados de 2000. Perfeito estado de conservação. Maiores medem aprox 2,5 x 4,5 cm cada. Acondicionados em estojos originais. OBS: VALOR DE MERCADO 1.200/1.500 REAIS.
  • Belíssimo e clássico vaso em vidro artístico de Murano, design exclusivo de linda tonalidade, feitio com bolhas, pó de ouro e linda borda tiotada. Itália século XX. Perfeito estado de conservação. Medem 13 cm de altura x 12,5 cm de largura da borda.
  • ANTONIO BANDEIRA (FORTALEZA-CE, 1922  1967, FRANÇA) - Lindíssima e rara pintura executada finamente em técnica mista sobre cartão, representando bela cena abstrata riquíssima em movimentos e colorações, assinada e datada de 1966 no C.I.D. Mede 31,5 x 40 cm. Perfeito estado de conservação. NOTA SOBRE O ARTISTA: Antônio Bandeira (Fortaleza, 26 de maio de 1922  Paris, 6 de outubro de 1967) foi um pintor e desenhista brasileiro. É um dos mais valorizados pintores brasileiros e tem obras nas maiores coleções particulares em museus do Brasil e do mundo.12BiografiaJunto com Aldemir Martins, Inimá de Paula e outros, fez parte do Movimento Modernista de Fortaleza, nos anos 1940.3Em 1946, com bolsa do Governo francês, viaja a Paris, onde tem oportunidade de estudar na École Superieure des Beaux Arts e na Académie de la Grande Chaumière.Renomado mestre da pintura abstrata brasileira - e também mestre das aquarelas -, viveu grande parte de sua vida na França. Conviveu com os pintores da tradicional École de Paris, integrando-se a eles plenamente até seu retorno ao Brasil em 1960.Faleceu em Paris, em consequência de um choque pós-operatório numa prosaica operação de extração de amígdalas.Antônio Bandeira nasceu em Fortaleza, no Ceará, em 26 de maio de 1922. Autodidata, em 1941, aos 19 anos de idade, participou da criação de um Centro Cultural em Fortaleza, juntamente com Clidenor Capibaribe, o Barrica (1913) e Mário Baratta (1915-1983). Um e outro, mais velhos e experientes que ele, muito orientaram Bandeira em sua iniciação no movimento artístico daquele Estado. Em 1944 funda a Sociedade Cearense de Belas Artes, com Inimá de Paula, Aldemir Martins, João Maria Siqueira e Francisco Barbosa Leite.4567Em 1945, Antônio Bandeira participou da exposição do Instituto dos Arquitetos Rio de Janeiro, na qual foi contemplado com uma bolsa de estudos na França. Entre 1946 e 1950, em Paris, frequenta a Escola Superior de Belas Artes e a Académie de La Grande Chaumière. Independente, pouco afeito à disciplina, com ideias próprias que tencionava desenvolver, em breve Bandeira romperia com o ensino tradicional, juntando-se a Wols e Bryen e dando origem ao grupo Banbryols, iniciais dos nomes dos três pintores. O grupo duraria de 1949 a 1951, quando Wols morre.De volta ao Brasil, em 1951, instala-se no ateliê do amigo escultor José Pedrosa, onde também trabalhava Milton Dacosta. Volta a Paris em 1965, onde permanece até sua morte.891011O crítico Frederico Morais escreveu a seu respeito: " (...) Acho definitiva, para a compreensão de sua obra, esta afirmação:´Nunca pinto quadros.Tento fazer pintura´. Quer dizer, o quadro não parece significar para ele uma realidade autônoma, uma estrutura que possui suas próprias leis, algo que se constrói com elementos específicos. A pintura é um estado de alma que ele extroverte aqui e ali, sem outro objetivo que o de comunicar um sentimento, uma emoção, uma lembrança. Enfim, é ´uma transposição de seres, coisas, momentos, gostos, olfatos que vou vivendo no presente, passado, no futuro´.12Cronologia1922 - Nasce em Fortaleza, no Ceará, em 26 de maio.1942 - Salão de Abril - medalha de ouro, Fortaleza.1943 - São Paulo SP - Salão Paulista de Belas Artes - medalha de bronze.1945 - Coletiva com Aldemir Martins e Inimá de Paula, na Galeria Askanasy, Rio de Janeiro. - Individual, na Seção Carioca do IAB/RJ - recebe bolsa de estudo do governo francês, Rio de Janeiro.1947 - Salão de Outono Paris, França.1948 - Paris (França) - Salão de Arte Livre1949 - Paris (França) - Grupo Banbryols, na Galerie des Deux-Iles1950 - Individual, na Galerie du Siècle, Paris, França.1951 - Individual, no MAM/SP. - Individual, na ABI, Rio de Janeiro. - Divisão Moderna do Salão Nacional de Belas Artes - medalha de bronze, São Paulo.1951 - São Paulo SP - 1ª Bienal Internacional de São Paulo, no MAM/SP1952 - Rio de Janeiro RJ - Exposição de Artistas Brasileiros, no MAM/RJ1952 - Rio de Janeiro RJ - I Salão Nacional de Arte Moderna1953 - Individual, no MAM/SP.1953 - São Paulo SP - 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no MAM/SP - Prêmio Fiat1953 - França - Salão de Maio1953 - Rio de Janeiro RJ - 1º Salão de Arte Moderna - isenção de júri1953,1955/1958 - Paris (França) - Salão das Realidades Novas1953 - Petrópolis RJ - Exposição Nacional de Arte Abstrata1954 - Individual, na ABI, Rio de Janeiro. - Individual, no MAM/SP.1954 - Veneza (Itália) - 27ª Bienal de Veneza1954 - Rio de Janeiro RJ - Salão Preto e Branco (3º Salão Nacional de Arte Moderna)1954 - São Paulo SP - 3º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia1955 - São Paulo SP - 3ª Bienal Internacional de São Paulo, no MAM/SP1955 - França - A Arte na França e no Mundo, no Museu de Arte Moderna de Paris1955 - São Paulo SP - Individual, no MAM/SP. - Individual, na Galeria Obelisk  Londres, Inglaterra.1956 - Individual, na Galeria Edouard Loeb, Paris, França.1957 - Individual, na Galeria Seventy Five, Nova York, Estados Unidos. - 50 anos de Pintura Abstrata, na Galeria Greuze, Paris (França).1959 - 5ª Bienal Internacional de São Paulo, no MAM/SP - Arte Moderna Brasileira na Europa, Munique (Alemanha).1960 - Individual de inauguração do MAM/BA. - Coleção Leirner, na Galeria de Arte das Folhas, São Paulo. - 30ª Bienal de Veneza1961 - Individual de inauguração do Museu de Arte da UFCE . - Individual, nas Galerias São Luís e Gead, São Paulo e Rio de Janeiro. - O Rosto e a Obra, na Galeria Ibeu Copacabana, Rio de Janeiro. - 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no MAM/SP - Internationale Malerei, Aschaizenburg (Alemanha).1962 - Individual, na Galeria Bonino, Rio de Janeiro. - Individual, na Galeria Querino, Salvador. - Individual, no Museu de Arte da UFCE, Fortaleza.1963 - Exposição Civilização do Nordeste, inaugurando o Museu de Arte Popular da Bahia.1964 - Individual, na Galeria Atrium, São Paulo. - 32ª Bienal de Veneza - Exposição ONU na Arte, na Galeria Ibeu, Rio de Janeiro. - O Nu na Arte Contemporânea, na Galeria Ibeu Copacabana1964 - Rio de Janeiro.1965 - Itinerante Arte Brasileira Atual, Europa. - Artistas do Brasil, Nova Orleans (Estados Unidos). - L´Oeil de Boeuf, Madri (Espanha) - Artistas Latino-Americanos, no Museu de Arte Moderna da Cidade de Paris.1966 - Exposição Artistas Brasileiros de Paris, na Galeria Debret, Paris (França). - Exposição de Arte Brasileira, no Palais de Beaux-Arts, Bruxelas (Bélgica). - Auto-Retratos, na Galeria Ibeu Copacabana, Rio de Janeiro.1967  Morre em Paris, França, em 6 de outubro.1968 - Sala Antônio Bandeira no Museu de Arte da UFCE, Fortaleza. - Homenagem no Salão de Comparações de Paris1969 - Bandeira a Paris, na Galeria Debret. - Retrospectiva, no MAM/RJ1970 - Pinacoteca do Estado de São Paulo.1972 - A Semana de 22: antecedentes e consequências, no MASP.1976 - O Desenho Jovem dos anos 40, na Pesp.1978 - As Bienais e a Abstração: a década de 50, no Museu Lasar Segall, São Paulo.1982 - Universo do Futebol, no MAM/RJ. - A Arte Brasileira da Coleção Odorico Tavares, no Museu Carlos Costa Pinto, Salvador.1984 - Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da arte brasileira, no MAM/SP. - 1ª Exposição Nacional de Arte Abstrata-Hotel Quitandinha, na Galeria de Arte Banerj, Rio de Janeiro. - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileira, no MAM/SP. - Individual, na Galeria Bonino, Rio de Janeiro.1985 - Seis Décadas de Arte Moderna: Coleção Roberto Marinho, no Paço Imperial, Rio de Janeiro. - Mostra, na Galeria Broomhead, Paris (França). - 18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal. - 8º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ.1987 - Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand , no MAM/RJ. - Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée dArt Moderne de la Ville de Paris.1988 - Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM/SP.1989 - Seis Décadas de Arte Moderna Brasileira: Coleção Roberto Marinho, na Fundação Calouste Gulbenkian - Centro de Arte Moderna, Lisboa (Portugal). - 20ª Bienal Internacional de São Paulo - Sala Especial Pintura Abstrata - Efeito Bienal, 1954-1963, na Fundação Bienal - Arte Brasileira dos Séculos XIX e XX nas Coleções Cearenses: pinturas e desenhos, no Espaço Cultural da Unifor, Fortaleza.1990 - Individual, na Bolsa de Arte do Rio de Janeiro1991 - Scap: 50, no Salão Juazeiro do Imperial Othon Palace Hotel, Fortaleza.1992 - O Olhar de Sérgio sobre a Arte Brasileira: desenhos e pinturas, na Biblioteca Municipal Mário de Andrade, São Paulo. - Brasilien: entdeckung und selbstentdeckung, no Kunsthaus, Zurique (Suíça).1993 - Obras para Ilustração do Suplemento Literário: 1956 - 1967, no MAM/SP. - O Desenho Moderno no Brasil: Coleção Gilberto Chateaubriand MAM/RJ, na Galeria de Arte do Sesi- São Paulo. - Arte Moderna Brasileira: uma seleção da Coleção Roberto Marinho, no MASP. - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal, São Paulo.1996 - Arte Brasileira: 50 anos de história no acervo MAC/USP: 1920-1970, no MAC/USP, São Paulo.1997 - Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa, Porto Alegre. - Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa, São Paulo.1998 - Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa, Curitiba. - Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa, Rio de Janeiro. - Antonio Bandeira, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, Fortaleza. - Coleção MAM Bahia: pinturas, no MAM/SP. - São Paulo SP - O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand, no MASP.2000 - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento: Arte Moderna, na Fundação Bienal, São Paulo. - Exposição Brasil Europa: encontros no século XX, no Conjunto Cultural da Caixa, Brasília. - Século 20: arte do Brasil, na Fundação Caloute Gulbenkian, Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão, Lisboa (Portugal). - Quando o Brasil era Moderno: artes plásticas no Rio de Janeiro de 1905 a 1960, no Paço Imperial, Rio de Janeiro.
  • MURANO - Magnífico, clássico e grandioso vaso em pesado vidro artístico de Murano, design clássico de tonalidades degrade branco e pink, feitio gomado riquíssimo em movimentos com bela borda tiotada, bolhas e fino acabamento com pó de ouro. Perfeito estado de conservação, Mede 33 cm de altura x 30 cm de largura da borda aproximadamente.
  • Belíssima e elegante trouxinha, executada em vidro artístico de Murano, feitio com bolhas, pó de ouro espalhado e linda borda, tonalidade fúcsia. Perfeito estado de conservação. Mede 14 cm de altura x 12 cm de largura da borda aproximadamente.
  • Belíssimo e clássico vaso em vidro artístico de Murano design dito Napoleão de linda tonalidade, feitio com bolhas, pó de ouro espalhado e linda borda. Itália século XX. Perfeito estado de conservação. Mede 14 cm de altura x 14 cm de comprimento x 11 cm de largura.
  • Belíssima e elegante trouxinha, executada em vidro artístico de Murano de excelente qualidade, feitio com bolhas, pó de ouro e charmosa borda, linda tonalidade laranja. Perfeito estado de conservação. Mede 15,5 cm de altura x 12 cm de largura da borda aproximadamente.
  • SWAROVSKI - Impecável escultura em cristal retratando raro peso de papel no formato de esfera, decorado com rica coloração, lapidação e extraordinária luminescência. Adornado por trabalho em homenagem ao compositor W.A. Mozart. Manufatura Swarovski. Áustria, meados de 1990. Perfeito estado de conservação. Mede aprox 4,0 x 4,5 cm. Acondicionado em estojo original, acompanha base de metal dourado.
  • Belíssima e elegante trouxinha, executada em vidro artístico de Murano de excelente qualidade, feitio com bolhas, pó de ouro e charmosa borda, linda tonalidade. Perfeito estado de conservação. Mede 16,5 cm de altura x 13 cm de largura da borda aproximadamente.
  • SWAROVSKI - Impecável escultura em cristal retratando raro peso de papel no formato de esfera, decorado com rica coloração, lapidação e extraordinária luminescência. Adornado por trabalho com motivo do logo da cidade austríaca de Salzburg . Manufatura Swarovski. Áustria, meados de 1990. Perfeito estado de conservação. Mede aprox 3,0 x 3,5 cm. Acondicionado em estojo original, acompanha base de metal dourado.
  • INOS CORRADIN com certificado - ''São Francisco'' - Clássica e belíssima escultura em terracota patinada de excelente qualidade escultórica, elegantemente montada sobre base de madeira nobre. Assinado Inos. Perfeito estado de conservação. Mede 17 x 8,5 x 8,5 cm. Acompanha certificado de autenticidade emitido pelo artista e registrado em cartório. NOTA: Artista premiado e catalogado.1929 Nasce em 14 de novembro, em Vogogna, Piemonti, Itália. Com alguns meses seus pais transferem-se para Montreaux, Suíça Francesa, onde permanece até os 5 anos de idade. Depois, volta para a Itália, em Castelbado, Província de Padova, terra de seus pais, onde passa a infância e juventude. 1945Estuda pintura com o professor Tardivello. 1947Colabora com o pintor Pendini na execução de um mural alusivo aos mártires da resistência italiana, em Castelbaldo, Padova Itália. 1950Chega ao Brasil, estabelecendo-se em Jundiaí, São Paulo. 1951Conhece o pintor argentino Osvaldo Navarro que dirige o Atelier Cooperativa Politone na Vila Mariana, São Paulo. É convidado a fazer parte do núcleo artístico do qual participam, entre outros, os pintores: Ian Woronieki e Geraldo Trindade Leal e mais cinco pintores. 1952Convidado a participar do II Salão Paulista de arte moderna de São Paulo. 1953Chega a Salvador da Bahia com o pintor Trindade Leal. Conhece o grupo artístico baiano da época: Mário Cravo Júnior, Rubens Valentin, Aguinaldo dos Santos, Caribè, Raimundo de Oliveira, Pancetti, Jenner Augusto, Wilson Rocha e Mirabeau Sampaio, o crítico Wilson Rocha e o cantor e compositor Dorival Caymmi. 1954Convidado a participar do Salão Nacional de Arte Moderna do Rio de Janeiro.Osvaldo Gil Navarro o convida a participar da equipe de cenógrafos do Ballet do IV Centenário de São Paulo. Executa cenários para ballet e peças teatrais para Rugero Giacobbi e Aldo Cravo.1955Continua ativo como cenógrafo. 1957Começa uma nova fase de sua vida. Chega a Ibiúna, São Paulo, onde pinta e trabalha com os madeireiros que na época tinham na madeira sua principal fonte de economia, de onde extraia madeira para sua pequena fábrica de brinquedos. Nesta cidade, conhece o seu primeiro e mais importante marchand: Américo Reisfeld, que após cessar suas atividades é sucedido por seu genro, o Sr. Josef Bar-Tzion, que o representa em diversas exposições internacionais. 1960Casa-se com Maria Helena Rolin Carmelo com a qual teve três filhos. 1976É representado pela Sra. Carla Surian Albori com exclusividade européia. 1977Faz sua primeira exposição individual na Galeria de Arte André São Paulo, hoje denominada Nova André Galeria, onde trabalhou com exclusividade para André Blau, desde o começo da década de 60. 1979Contratado para pintar um cenário 8 x 11m para o teatro de Rovigo Itália 1990A Prefeitura de Jundiaí adquire 5 obras, com motivos religiosos, que estão expostos no Velório Municipal Adamastor Fernandes. 1993A Prefeitura Municipal de Jundiaí lhe presta uma homenagem pelos seus 40 Anos de Pintura, organizando uma exposição retrospectiva no Paço Municipal Nova Jundiaí, com obras emprestadas por inúmeros colecionadores. 1997Lança o livro La Visione Incantata na Nova André Galeria, em S.Paulo, com uma exposição. (livro lançado simultaneamente no Brasil e na Europa), lançado por Edas Edizioni DArte Surian. 2001Lança seu livro Venticinque Anni di mostre in Europa, lançado por Edas Edizioni DArte Surian. 2002A Companhia Italiana Costa Navegações lança ao mar o navio Costa Atlântica em Veneza e o contrata para decorar suas cabines com 800 serigrafias e 42 óleos sobre tela.Passa a fazer parte dos anais da Câmara Federal com discurso feito pelo Deputado Federal André Benassi ressaltando sua importância na pintura no Brasil e exterior. 2004Comemora 50 anos de pintura com uma super exposição no Hotel Intercontinental, na Al.Santos em S.Paulo, onde lançou seu livro 50 Anos de Pintura, editado por Auderi Martins. 2005É solicitado pela Prefeitura Municipal de Jundiaí, através do Prefeito Ary Fossen para criar um selo comemorativo dos 350 anos da cidade. Este selo também foi lançado pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. 2006É homenageado pela Associação Terapêutica de Estimulação Auditiva e Linguagem - ATEAL, juntamente com a Prefeitura Municipal de Jundiaí, em função de sua benemerência com as crianças assistidas dessa ONG, que inclusive reproduziram de forma singular algumas de suas obras. 2007Pinta o óleo sobre tela Tributo à Serra do Japi (l,80 x 9,00m), cuja réplica transformada num painel de 9,00 e 4,5 metros, encontra-se em exposição permanente na Rodoviária de Jundiaí, a convite do Prefeito Ary Fossen. 2008Lançamento do documentário INOS que traça um panorama de sua vida artística nos seus 56 anos de carreira, bem como curiosidades de sua vida pessoal. 2009Ano em que Inos completa 80 anos. As comemorações começaram em maio, na Itália, onde ele foi homenageado pela Prefeitura de Padova, através do Prefeito Flavio Zanonato, com uma exposição num Palácio Medieval do século XVI, na Salla della Gran Guardia na Piazza dei Signori.Em setembro, Inos fecha as comemorações com uma grande exposição na Nova André Galeria, onde trabalhou com exclusividade por 30 anos. Inos retorna à sua velha casa, depois de percorrer um longo caminho com mais de 200 exposições internacionais.Ainda em 2009,lança a 2ª edição do livro 50 Anos de Pintura com uma noite de autógrafos na Livraria da Vila, Al.Lorena em S.Paulo; 2010A Prefeitura de Jundiaí, por iniciativa do prefeito, Sr. Miguel Haddad, presta-lhe uma homenagem pelos seus 80 anos com uma exposição de esculturas e fotos de sua carreira ao lado de familiares e celebridades do mundo das artes, da música e da política nacional e internacional. O momento mais emocionante da homenagem foi o espetáculo musical, organizado por sua assessora Sandra Carnio, chamado Um concerto para Inos com músicas que retrataram momentos marcantes da vida do pintor, tendo à frente a cantora Clarina Fasanaro e músicos convidados.A convite do artista Ivald Granato passa a integrar o Grupo dos Onze (G11). O referido grupo é composto de renomados artistas da atualidade, dentre eles Cláudio Tozzi, Mario Gruber, Peticov, entre outros.A escultura O Saxofonista é escolhida para premiar sessenta grandes nomes da indústria musical brasileira no evento Expo Show Business, promovido por Tom Gomes. Dentre os premiados, Dody Serena, empresário do cantor Roberto Carlos, Guto Graça Mello, produtor musical da TV Globo, Marcelo Castello Branco, presidente da gravadora EMI e José Celso Guida, diretor geral da gravadora Biscoito Fino. 2011É homenageado com a exposição Gabinete de Arte Inos Corradin na Câmara Federal Brasília - DF , por ocasião do Momento Itália/Brasil. Inos que chegou ao Brasil na década de 50 é um símbolo da ligação e amizade entre brasileiros e italianos. 2013É homenageado na cidade de Padova - Itália, com o prêmio "Città di Padova 2013" pela sua trajetória artística.
  • MURANO - Belo e delicado lote composto por três esculturas em vidro artístico de Murano representando três alegres Palhaços músicos, sendo guitarrista, pandeirista e sanfoneiro, elegantemente decorados com riquíssimas colorações e movimentos. Perfeito estado de conservação, medem aproximadamente 17 x 9 cm cada.
  • Belíssimo e clássico vaso em vidro artístico de Murano design dito Napoleão de linda tonalidade, feitio com bolhas, pó de ouro e linda borda. Itália século XX. Perfeito estado de conservação. Mede 13,5 cm de altura x 13,5 cm de comprimento x 11,5 cm de largura.
  • ALDO BONADEI (SÃO PAULO, 1906 - 1974) - Belíssima e antiga pintura executada finamente em técnica mista sobre cartão com ricas colorações. Assinada no C.I.D. Mede 12 x 17 cm. Enquadrada em elegante moldura da época de madeira medindo 31,5 x 37 cm. Bom estado de conservação. NOTA SOBRE O ARTISTA: Aldo Cláudio Filipe Bonadei (São Paulo, 17 de junho de 1906  São Paulo, 16 de janeiro de 1974) foi um pintor brasileiro, destacado integrante do Grupo Santa Helena por sua formação mais erudita.BiografiaOriundo de uma família descendente de imigrantes italianos de classe-média,1 o interesse por diferentes áreas levou-o a desenvolver atividades em poesia, moda e teatro. O artista teve importante atuação, entre os anos 1930 e 1940, na consolidação da arte moderna paulista e foi um dos pioneiros no desenvolvimento da arte abstrata no Brasil.No fim da década de 1950 atuou como figurinista na companhia teatral de Nydia Lícia e Sérgio Cardoso e em dois filmes de Walter Hugo Khoury.Entre 1923 e 1928 é aluno de desenho do pintor Pedro Alexandrino Borges (1856-1942), período em que também frequenta o ateliê do pintor Antonio Rocco (1880 - 1944). Em 1929, Bonadei torna-se amigo do professor de arte Amadeo Scavone. Viaja para a Itália, entre 1930 e 1931, e freqüenta a Accademia di Belle Arti di Firenze Academia de Belas Artes de Florença, onde tem aulas com o pintor Felice Carena (1879 - 1966) e seu assistente Ennio Pozzi (1893 - 1972), ambos ligados ao movimento novecento. Nesse período, dedica-se ao desenho da figura humana, principalmente ao nu. O que ele gostava de desenhar mais era homens a nu, esse era o melhor para ele, dizia que o homem era os seus melhores retratos, homem era a maior perfeição para os olhosRetorna a São Paulo no início da década de 1930 e participa ativamente do Grupo Santa Helena, da Família Artística Paulista - FAP e do Sindicato dos Artistas Plásticos. Integra de 1939 e 1941 o Grupo Cultura Musical, criado pelo psiquiatra Adolpho Jagle, que promove reuniões de artistas. Datam dessa época as suas primeiras experiências abstratas. Em 1949 leciona na Escola Livre de Artes Plásticas, primeira escola de arte moderna de São Paulo e participa do Grupo Teatro de Vanguarda. No ano seguinte, funda a Oficina de Arte - O. D. A., com Odetto Guersoni (1924-2007) e Bassano Vaccarini (1914-2002). No fim da década de 1950 atua como figurinista nas peças Vestido de Noiva, de Nelson Rodrigues (1912 - 1980), e Casamento Suspeitoso, de Ariano Suassuna (1927), ambas encenadas pela Companhia Nídia Lícia - Sérgio Cardoso. Nesse período, desenha alguns figurinos para dois filmes dirigidos por Walter Hugo Khoury (1929-2003), Fronteiras do Inferno (1958) e Na Garganta do Diabo (1959).
  • TICHE, ITÁLIA - Imponente e rara escultura com relógio embutido ao centro, executada finamente em porcelana de excepcional qualidade e manufatura, adornada por riquíssimo motivo de Rocaille e floral, parte superior com expressiva camponesa de mesmo feitio. Relógio de funcionamento a pilha com mostrador com algarismos romanas, acrílico com leve trinco. Perfeito estado de conservação. Oportunidade! Mede 34 cm de altura x 20,5 cm de comprimento x 09 cm de largura.
  • TICHE, ITÁLIA - Belíssima escultura executada finamente em porcelana de excelente qualidade escultórica e renomada manufatura, representando figura masculina músico riquíssima em movimentos e tonalidades vibrantes. Mede 22,5 cm de altura x 15 cm de diâmetro da base. Bom estado de conservação, possui infelizmente possui lascados conforme fotos extras. Itália, Século XX.
  • BENEDITO CALIXTO ( ITANHANHÉM-SP, 1853 - 1927, SÃO PAULO-SP) - Lindíssima e autêntica pintura finamente executado em técnica de guache sobre cartão, representando bela paisagem rica em movimentos e colorações com finos traços do renomado artista. Assinada e datada de 1918 no C.I.D. Mede 20,5 x 29,5 cm. Cartão em bom estado de conservação com leves desgastes naturais do tempo. NOTA SOBRE O ARTISTA: Benedito Calixto de Jesus (Itanhaém, 14 de outubro de 1853 São Paulo, 31 de maio de 1927) foi um pintor, desenhista, fotógrafo, professor, historiador, decorador, cartógrafo e astrônomo amador brasileiro e é considerado um dos maiores expoentes da pintura brasileira do início do século XX.12O artista manifesta a tendência para a pintura desde muito jovem. Em 1881, passa a residir em Santos, cidade que lhe serve de inspiração para vários quadros. Seu trabalho causou tamanho entusiasmo que a elite da cidade concede uma bolsa para que aprimore seus conhecimentos em Paris. É com o quadro Inundação da Várzea do Carmo (1892), que o artista consegue maior destaque: a crítica da época aponta a exatidão admirável com que representa a cidade de São Paulo e alguns de seus principais pontos.23O artista realiza diversas obras para o Museu Paulista, sob encomenda de Afonso d'Escragnolle Taunay, sobretudo cenas da cidade de São Paulo antiga e paisagens. Para seus quadros históricos e religiosos, realiza estudos fotográficos preparatórios, para os quais se vale de minuciosa pesquisa histórica. As paisagens são a temática mais cara ao artista. Nessas obras, apresenta uma pintura lisa, com o uso de velaturas e um colorido sempre fiel às características locais, embora trabalhado de maneira bastante pessoal no uso dos verdes, azuis e ocres. Benedito Calixto, dispunha de amplo conhecimento sobre o litoral paulista, e atua ainda como cartógrafo, realizando ensaios de mapas de Santos, e como historiador, escrevendo sobre as capitanias paulistas de Itanhaém e São Vicente.2BiografiaDiferente da típica trajetória dos consagrados artistas brasileiros da época, Calixto não frequentou a Academia Imperial de Belas Artes, na cidade do Rio de Janeiro.1 Começando como autodidata, teve sua formação em ateliês e escolas de arte do estado de São Paulo.4 Iniciou sua carreira como retratista na cidade de Brotas, no interior estado. Passou a realizar trabalhos de propaganda em Santos, onde teve seu talento reconhecido pela elite da cidade, através da Associação Comercial, que acabou por patrocinar a sua ida à França, onde estudou na Académie Julien, em Paris. Teve como mestres Gustave Boulanger, Lefebvre e Robert Fleury.15Destaca-se em suas obras um gosto acentuado pelo tema regionalista.5 O artista preocupou-se em construir uma carreira voltada para organizações ligadas à esfera pública e seus interesses.1 A cidade foi a temática central em todos os seus domínios. A afinidade às tradições populares, cívicas e religiosas formam seu traço característico, tendo se dedicado, nos últimos anos de sua vida, à pintura histórica, de costumes regionais e temas religiosos.5 Com obras compostas por pinturas de cenas históricas, retratos de figuras históricas e personalidades, painéis decorativos e vistas das cidades, Calixto escreveu memórias históricas sobre São Paulo, Santos, Itanhaém e o litoral santista. O maior aspecto de sua obra se concentra nas paisagens marinhas do litoral paulista. A fotografia foi grande aliada e importante referência para o artista em suas produções, utilizada para estudo de composição, registro de cenas, preparação de posturas e organização dos personagens que povoavam sua pintura. O artista também escreveu contos, como o intitulado Costumes de Minha Terra e manteve contribuição intensa com jornais locais, nos quais publicava diversos artigos.56Apesar de encomendas de quadros religiosos e de temática histórica e documentarista serem o que lhe rendeu maior reconhecimento, a observação da natureza e telas de paisagens e marinhas continuaram a ser parte importante de sua produção. Além da pintura, Calixto mantinha grande interesse pela história do litoral.6 Tal interesse fez com que, em 1895, o artista se tornasse sócio do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (IHGSP), onde recebeu grande destaque pelas suas obras.17 A instituição também foi importante para a formação de seu pensamento historiográfico, na medida em que procurava honrar com integridade os fatos do passado.1 O artista escreveu diversos artigos para a revista da instituição, além de publicar livros e participar dos estudos que deram origem a um dos principais mapas que buscam reconstruir o processo de urbanização da cidade de Santos.6 Calixto foi também sócio fundador do Instituto Histórico e Geográfico de Santos.4 O artista teve sua carreira profundamente identificada com a elaboração de uma iconografia paulista associada ao acervo do Museu Paulista, sob a direção de Afonso d'Escragnolle Taunay, e com a colaboração do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo.8Benedito Calixto manteve a atividade de pintor, trabalhando em constantes encomendas, até sua morte. Sua última exposição foi realizada no mês de junho de 1926, no Teatro Coliseu de Santos, onde apresentou principalmente cenas históricas. Deixou aproximadamente mil pinturas e, como forma de manter e valorizar suas obras e sua memória, instalou-se em Santos a Pinacoteca Benedito Calixto, onde um centro de documentação de sua obra foi instalado.6Linha do tempo1853 1872Benedito Calixto de Jesus nasceu no dia 14 de outubro de 1853, na então Vila de Conceição de Itanhaém, no litoral sul paulista, que em 1906 tornou-se o município de Itanhaém. Filho de João Pedro de Jesus e Anna Gertrudes Soares, Calixto tinha sete irmãos. Nesta época, a vila era considerada um lugarejo semi-isolado do litoral. Seus habitantes se limitavam à pesca e eram de famílias remanescentes dos anos de sua maior importância econômica e administrativa, quando a vila era o centro da Capitania de Itanhaém, extinta em 1753. Benedito Calixto passou a infância entre a escola do mestre João Batista do Espírito Santo e as brincadeiras próprias da infância em cidade pequena.931873 1876Calixto aprendeu o ofício de marceneiro com o pai, João Pedro de Jesus, que era também ferreiro. Porém a cidade oferecia poucas oportunidades de trabalho e foi preciso sair à procura de melhores oportunidades em cidades mais ativas. Chega até a cidade de Santos, onde começa a pintar tabuletas de propaganda e composições de paisagens em casarões da época. Depois, vai à Brotas, no interior do estado de São Paulo, onde residiam seus tios Antonio Pedro e Joaquim Pedro. Antonio era maestro da banda local e ensinou noções básicas de música a Calixto. Seu tio Joaquim o levava para ajudar no trabalho, limpando e pintando as imagens da igreja matriz da cidade. Tendo em mãos todo o material para pintura, é nesse período que Calixto pinta suas primeiras telas.31877 1880Aos 24 anos, Calixto retorna a Itanhaém, onde se casa com sua prima Antônia Leopoldina de Araújo, com quem teve três filhos: Fantina, Sizenando e Pedrina. Sizenando e Pedrina vieram a dedicar-se à pintura e o filho de Sizenando, João Calixto de Jesus, seguiu a carreira de Benedito Calixto e foi professor de pintura na Escola de Belas Artes de São Paulo.10 Já o filho de Fantina recebeu o nome em homenagem ao avô: Benedito Calixto Neto tornou-se um profícuo arquiteto especialista em construção de igrejas. Após o casamento, Calixto volta a Brotas, onde passa a viver com seu irmão, João Pedro. Começa nessa época a pintar retratos e vistas das fazendas locais a pedido dos proprietários.31881Calixto realizou sua primeira exposição no saguão do Correio Paulistano, foi reconhecido pela crítica, porém, nenhuma tela foi vendida. Retorna a Santos, onde volta a realizar trabalhos de propaganda, como o mural Deusa da Fortuna para uma casa de loterias, além de farmácias e outros comércios.3 Seu primeiro trabalho executado na cidade foram quatro medalhões com o tema de paisagens e marinhas do porto de Santos, para a decoração do saguão de entrada do escritório comercial de Hygino Botelho de Carvalho, homem influente do partido conservador e pai do poeta Vicente de Carvalho.10 Companhias como as Docas de Santos e a São Paulo Railway Company, recém chegadas à cidade encomendaram paisagens a Calixto. Seu sucesso na cidade foi o que lhe garantiu a possibilidade de realizar estudos mais aprofundados.11 No mesmo ano, Calixto pinta Porto das Naus e Desembarque de Martim Afonso de Souza.3 O pintor foi o primeiro a se dedicar a pintar imagens relacionadas à chegada de Martim Afonso de Sousa.111882Já conhecido na cidade, é convidado por Garcia Redondo, engenheiro responsável pela construção do Teatro Guarani, para decorar essa nova sala de espetáculos. Calixto ficou responsável pela pintura do teto e do pano de boca.3 Ponto de destaque em seus primeiros anos de carreira, os trabalhos no Teatro Guarani marcam uma encruzilhada na trajetória de Calixto, que vai de artesão de prestígio a artista.11 Devido à repercussão de suas obras, Garcia Redondo solicita a um dos beneméritos do município de Santos, Visconde de Vergueiro, que financiasse os estudos artísticos de Calixto em Paris.3 Na época, membros dos poderes públicos santistas, das sociedades dramáticas e de associações privadas representantes de comerciantes e cafeicultores (Associação Comercial de Santos), configuravam uma elite que precisava adquirir capital simbólico e que, para tanto, abriu espaço para prestigiar seus artistas. Assim, Calixto é financiado para se aperfeiçoar em Paris.111883Aos 29 anos, Calixto se muda para Paris,12 onde passa a morar em Asnières, um bairro afastado do centro da cidade. Inicia seus estudos no ateliê de Jean-François Raffaëlli, porém deixa o ateliê, por não se moldar à técnica impressionista. Entra então na Académie Julian, onde tem como professores Tony Robert-Fleury, Gustave Boulanger, Jules Lefebvre e William Bouguereau. Estuda composição de desenhos a partir de modelos vivos. Com a tela Uma Cena do Dilúvio, obtêm o segundo prêmio em um concurso de pintura histórica.3 Durante sua estada na França, Calixto teve a oportunidade de expor suas pinturas na Académie Julian.10.1884 1889Calixto retorna a Santos trazendo, além da tela Longe do Lar, uma câmera fotográfica, que mais tarde o auxiliaria no registro de cenas para a elaboração de suas telas históricas e religiosas.12 Em Santos, o artista pinta paisagens da cidade e das transformações urbanas pelas quais passa, principalmente no porto, além de retratos de personalidades santistas. Passa a dar aulas de desenho no colégio Azurara e faz algumas exposições de suas obras.3 A principal exposição do período foi realizada em um edifício na rua General Câmara, onde o artista expôs cerca de 45 pinturas entre temas religiosos, acadêmicos, cenas de Paris e retratos. Também foram expostos 42 desenhos, realizados a partir de estudos de modelos vivos na academia.101890 1893Proclamação da República.Na tentativa de ampliar seu mercado de compradores, muda-se para São Paulo, onde expõe na Casa Levy com bom sucesso para a época. Recebe sua primeira grande encomenda da pintura histórica A Inundação da Várzea do Carmo, que é exposta em 1892. Em 1893 realiza as obras Evangelho nas Selvas e Proclamação da República.3 Nesse período, Calixto realizou obras que tinham a própria cidade como tema. Suas obras incluíam imagens produzidas a partir de fotografias de Militão de Azevedo, dando continuidade a seu interesse pelo estudo e preservação do patrimônio histórico.101894 1896Insatisfeito com o retorno financeiro de suas exposições em São Paulo, Calixto retorna ao litoral em 1894, para São Vicente, onde permanece até o fim da vida. Publica seu primeiro livro A Vila de Itanhaém em 1895, mesmo ano em que se torna sócio do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (IHGSP). No ano seguinte, Calixto realiza as obras Jesus no Horto e A Bandeira do Divino ambas sobre costumes do litoral.31897 1899Calixto pinta a tela José de Anchieta e a Fera. Muda-se para uma nova residência, na Rua Martim Afonso, 192, com amplo espaço para seu atelier, além de um laboratório fotográfico construído com o equipamento que trouxe de Paris.10 Recebe medalha de ouro de 3.ª classe na 5.ª Exposição Geral de Belas Artes, da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, com o quadro Panorama do Porto de Santos e do Novo Cais. Em 1898, pinta Gólgota, para a Irmandade dos Passos em Santos, e expõe no Salão Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, onde recebe medalha de ouro de 3.ª classe.31900 1906Retrato do Padre Bartolomeu Lourenço de Gusmão.Realiza, em 1900, O Poema de Anchieta e Fundação São Vicente. Expõe novamente no Salão Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Entre os anos de 1901 e 1903, realiza as obras O Poema a Virgem Maria, Padre José de Anchieta, José Bonifácio de Andrade e Silva, Padre Bartolomeu de Gusmão, D. Pedro I, Capitão Mor de Itu Vicente da Costa Taques Góes Aranha e Brás Cubas. No ano de 1902, Calixto inicia sua extensa série de trabalhos sobre o passado histórico do Brasil e, principalmente, de São Paulo, para o Museu Paulista.3 As transformações urbanas de Santos e de São Paulo se fazem presentes nas telas do acervo do Museu Paulista, principalmente nas de Calixto. O artista não era só um pintor de telas para o museu, mas também um importante informante de descobertas e aspectos históricos das cidades do litoral.11 Expõe, no mesmo ano de 1902, na primeira Exposição de Belas Artes de São Paulo. Em 1903, o artista realizou a pintura Domingos Jorge Velho, para o Museu Paulista. No mesmo ano deu início a estudos sobre vida e a obra do Padre Jesuíno do Monte Carmelo. No ano de 1904, com a obra Os Falquejadores, é premiado com medalha de ouro na Exposição Internacional de Saint Louis, nos Estados Unidos.31907 1910No início do período, realiza O Naufrágio do Sírio. Faz uma exposição em Belém do Pará, na qual alcança excelente resultado financeiro. Em 1909 pinta Santa Ceia, e dá início aos seus trabalhos para a Igreja de Santa Cecília, na cidade de São Paulo.3 Calixto recebe a encomenda e executa dez pinturas de óleo sobre tela, sendo este seu primeiro trabalho de fôlego executado no campo da arte sacra. O artista recebe a encomenda de Dom Duarte Leopoldo e Silva, então bispo de São Paulo e faz um amplo estudo sobre a vida de Santa Cecília, que dá nome ao templo. Calixto não só atende a encomenda religiosa, como também atua como historiador, vertente esta que sempre o acompanha em suas pinturas.13 O Batismo de São Valeriano, Aparição do Anjo do Senhor, Morte de Santa Cecília, Os Funerais nas Catacumba, estudos para Santa Cecília perante o Tribunal, A Morte de Santa Cecília e A Imposição do Véu são datadas no mesmo período. Calixto inicia os trabalhos para o Palácio Episcopal de São Carlos, entre eles Tobias e o Anjo. Em 1910, realiza Pedro Correa Via Damasco ou A Conversão de Pedro Correa, a primeira de suas telas a retratar a vida do bandeirante Pedro Correa,13 Verdadeira Efígie de São Carlos Borromeu e Leitura.31911Participa da primeira Exposição Brasileira de Belas Artes no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo. Realiza as obras O Batismo de Cristo, Corpo de Cristo Morto, O Martírio de Pedro Correa, além de trabalhos para a Igreja de Santa Ifigênia: Anunciação à Maria, Deposição de Cristo e A Ceia de Emaús. Realiza obras para o Palácio São Joaquim, no Rio de Janeiro: Conversão de São Paulo, Investidura de São Pedro, Martim Afonso a caminho de Piratininga e Partida de Estácio de Sá. Em 1915, realiza Santo Afonso para os padres redentoristas da Basílica de Aparecida, e publica Memória Histórica sobre a Egreja e o Convento da Imaculada Conceição de Itanhaém.3 A produção religiosa de Calixto se insere no contexto de união entre Igreja e Estado. O artista executa aproximadamente dezessete encomendas religiosas para igrejas, matrizes, conventos e mosteiros na cidade de São Paulo, no litoral paulista e no interior do estado, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, trabalhando livremente para a igreja. Além disso, sua produção também se adéqua aos anseios da elite cafeeira, na medida em que executa pinturas com temáticas interessantes e adequadas aos mesmos. Assim, o artista se insere em um mercado de arte religiosa fortemente estruturado, tendo em vista as ligações com a elite cafeeira do início do século XX.131917 1919No ano de 1917, as obras A Imposição do Véu, Santa Cecília perante o Tribunal, Santa Symphorosa e São Tarcísio, realizadas para a Igreja Santa Cecília de São Paulo, são finalizadas. No mesmo ano, Calixto inicia trabalhos para a Catedral de Ribeirão Preto, com as pinturas Restituição da fala a Neófita Zoé e Serás o Defensor da Igreja de Cristo. Calixto realiza também seis estudos referentes aos quadros da vida de São Sebastião. Em 1918, o artista pinta A Santa Ceia e Lava-pés, na catedral de Amparo, interior de São Paulo. A partir de fotografias de Militão de Azevedo, o pintor inicia uma série de quadros da cidade de São Paulo.3 Calixto realizou a transposição integral para a tela de algumas dessas fotos que, nesse processo, ganhavam cores intensas que caracterizam as telas do artista.14 Paço Municipal e Fórum e Cadeia de São Paulo foram obras patrocinadas pelo Museu Paulista, sob a direção de Afonso d'Escragnolle Taunay. Na mesma época, Calixto realiza obras para a Igreja da Consolação e para a Catedral de Ribeirão Preto, interior de São Paulo.31920 1926Autorretrato de 1923Entre os anos de 1920 e 1923, Calixto realiza as obras Marechal Deodoro da Fonseca, Rua da Quitanda, Estação da Luz em 1860, Na Cabana de Pindobuçu, Santos Antiga, Porto de Santos, Fundação da Vila de Santos, Panorama de Santos em 1822, Panorama de Santos em 1922 e Martim Afonso de Souza. Em 1924, inicia seus trabalhos para a Igreja Matriz de São João Batista. Além de realizar desenhos sobre a vida de Santa Teresa d'Ávila para seu mosteiro, na cidade de São Paulo, Calixto também decorou a igreja da Ordem Primeira do Carmo, no Convento do Carmo de Santos. Publicou Capitanias Paulistas, pintou o quadro O Cristo Benze o Pão Eucarístico para a igreja Matriz de Itanhaém, e realizou desenhos para vitrais do Convento de Itanhaém, tendo sido agraciado pelo Papa Pio XI por suas obras religiosas. Em 1926, trabalhou para o Convento de Nossa Senhora da Penha, em Vila Velha, no Espírito Santo.3 Sua última exposição foi realizada em junho de 1926, no Teatro Coliseu Santista, onde apresentou principalmente cenas históricas.61927Os últimos trabalhos sacros de Calixto foram realizados para a Catedral de Santos. Morre no dia 31 de maio, em São Paulo, na casa de seu filho Sizenando. Quando faleceu, Calixto estava em negociações com o Arcebispo de São Paulo, D. Duarte Leopoldino e Silva, para realizar a decoração da Capela do Carmelo, no bairro de Perdizes e com os frades capuchinhos, para a decoração da Igreja da Imaculada Conceição, ambos em São Paulo.3ObraContexto e estiloBenedito Calixto foi pintor de paisagens, marinhas, costumes populares, cenas históricas e religiosas. Considerado pintor de história e religioso, gêneros nos quais deixou produção abundante, suas obras de cenas portuárias e litorâneas o consagraram como artista. Dedicado a temas históricos e a paisagens, suas telas são registros raros de cenas e eventos marcantes do passado do litoral paulista, bem como de vistas urbanas e de marinhas à época em que viveu. Além da pintura e da fotografia, Calixto se desenvolveu na palavra escrita. O artista escreveu e publicou vários artigos e livros.15Produziu obras importantes para vários museus, entre eles o Museu Paulista, em São Paulo, para inúmeras igrejas em todo o país, associações, fundações, instituições.3 Além da pintura se revelou-se como historiador, escritor e fotógrafo. Como historiador, resgatou a existência da então ignorada Capitania de Itanhaém,16 assim como sua importância na história da exploração e colonização do interior do Brasil, raças a minuciosas pesquisas a a documentos seculares esquecidos em Itanhaém, São Vicente e São Paulo.16Capitanias paulistasNa obra reconhecida como a mais importante do artista como historiador, Calixto enaltece a índole e a história dos paulistas identificados como os bandeirantes, expõe suas descobertas, interpretações e impressões sobre a história dos vicentinos. O historiador transita de uma história fundiária privada com fortes tons e acentuada inclinação genealógica até os aspectos mais gerais sobre a história do Brasil. Uma versão preliminar de Capitanias Paulistas foi originalmente publicada em 1915, na revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (IHGSP), com o nome de Capitanias de Itanhaen, mas seu formato revisado fora publicado somente em 1924. O livro tinha como objetivo apresentar os desdobramentos dos primeiros anos colonização do litoral paulista por meio das disputas das famílias herdeiras dos irmãos Martim e Pero Afonso de Souza, entre 1535 criação da capitania de São Vicente e 1791 extinção da capitania de Itanhaen.1Para Calixto, ao visar instituir a história como ciência, essa necessitava de um elenco de personagens-mito e tradições, a tornando capaz de compreender o passado como um conjunto de estruturas controladas e pretensamente imutáveis. Empenhado na representação da história e na invenção de uma paisagem do litoral paulista, Calixto contribuiu para a representação iconográfica do mito bandeirante através da tela O Mestre de campo Domingos Jorge Velho e seu lugar-tenente Antônio Fernandes de Abreu (1903) e do vitral Epopeia dos Bandeirantes (1922). Mais que uma ilustração, a tela O Mestre de campo Domingos Jorge Velho e seu lugar-tenente Antônio Fernandes de Abreu efetivamente é a constituição do mito bandeirante.1Museu PaulistaAfonso d'Escragnolle Taunay assumiu a direção no Museu Paulista em 1917, quando dedicou-se a Seção de História Nacional e desenvolveu um projeto de exposições históricas visando as comemorações do centenário da Independência, em 1922. Quatro das dezesseis salas de exposições foram reservadas à história de São Paulo, duas das quatro salas foram voltadas especificamente à reconstrução da cidade em meados do século XIX: a sala da maquete São Paulo, em 1841 e a antiga Iconografia Paulista. Para a sala Antiga Iconografia Paulista, Taunay encomendou telas a óleo de pintores como Benedito Calixto de Jesus. Taunay forneceu como modelo para as telas, fotografias de Militão Augusto de Azevedo, que registram aspectos da cidade em 1862 e em 1887.17 Calixto trabalhou especialmente na reprodução em pinturas, dessas fotografias de Militão .1819 As imagens no acervo do Museu Paulista, que compõem a Coleção Benedito Calixto de Jesus (CBCJ), retratam paisagens urbanas da cidade de São Paulo, da Baixada Santista e de cidades do interior do estado de São Paulo. Dentre os quadros de destaque na coleção do museu estão Inundação da Várzea do Carmo, 1892, em que Calixto registra o limite industrial de da cidade de São Paulo, destacando edificações associadas à indústria do café.20 Esse quadro, assim como outros do pintor, é considerado um "verdadeiro documento de época".21Arte SacraVindo de uma família de católicos, Calixto acompanhava as atividades da igreja de Itanhaém desde criança. Teria feito, na adolescência, o primeiro presépio da cidade, em madeira. Mesmo depois de adulto, era o responsável pela decoração da cidade durante as encenações da Semana Santa. Nessa época, o artista criou seus estreitos laços de amizade com senhores da igreja, o que posteriormente ajudaria em sua indicação para diversas obras. Pode-se afirmar que em sua formação, o gosto pela pesquisa, pintura e a importância de sua religiosidade se fundiram. Calixto se tornou um pintor católico que pesquisa. Suas primeiras pinturas religiosas são encomendas feitas por irmandades da cidade de Santos. Calixto passa por um importante ciclo de estudo e pinturas sobre a vida do padre jesuíta José de Anchieta. Após esse ciclo, o artista vislumbra um novo mercado para seu trabalho: a decoração de igrejas, principalmente no interior e na capital paulista. A partir da década de 1900, o artista trabalharia arduamente para a igreja católica. Além de telas, realiza também a decoração interna de igrejas, como a de Santa Cecília, de Santa Ifigênia e da Consolação, em São Paulo. No interior do estado, realiza trabalhos em São Carlos, Bocaina, Catanduva e Ribeirão Preto.3Em BocainaUma casualidade trouxe as telas de Calixto para Bocaina, município do centro do estado de São Paulo, que tinha em 2015, quase doze mil habitantes. A história registra que ele deveria pintar os seus quadros na igreja matriz de Jaú. Não houve acordo quanto ao preço e ele abandonou o projeto. Em Bocaina, na época, estava o padre José Maria Alberto Soares, que tinha interesse em ter as telas do pintor em sua igreja, a Matriz de São João Batista, e começou a escrever a Calixto, expressando essa vontade. Conseguiu sensibilizar o artista, que veio a Bocaina e pintou as telas por um preço bem menor daquele que pedira em Jaú. Em 10 de dezembro de 1923 começava seu último grande trabalho, a pintura das telas Salomé recebe a cabeça de João Batista e Transfiguração para a matriz de Bocaina. As obras podem ser consideradas o melhor da arte sacra pintada por Calixto, que por ter nascido e vivido em cidades litorâneas, pintou muitas marinhas. O próprio pintor considerava as obras como os seus melhores trabalhos sacros. Dominado pela ideia da morte próxima, dizia que nessa igreja seria o lugar onde se perpetuaria a sua derradeira arte.22Homenagens a Benedito CalixtoHá uma exposição permanente na cidade paulista de São Carlos, chamada Benedito Calixto na Terra do Pinhal, com amplo panorama da vida e obra do célebre pintor brasileiro e trabalhos originais realizados por ele para o antigo Palácio Episcopal de São Carlos. Os trabalhos pertencem ao acervo da municipalidade são-carlense, com oito afrescos que estão na exposição. A exposição é no Museu da "Estação Cultura" na Estação de São Carlos.23A Fundação Pinacoteca Benedito Calixto, entidade sem fins lucrativos, localizada em um antigo casarão em estilo eclético e interior em Art Noveau à Avenida Bartolomeu de Gusmão, 15, Boqueirão, Santos, São Paulo, tem uma exposição permanente de obras de Calixto. Seu acervo é de cerca de sessenta obras do pintor - marinhas, paisagens, retratos e nus desenhados na Academia Julian, Paris. A Pinacoteca conta também com uma biblioteca, com acervo de livros de arte, e um Centro de Documentação sobre Calixto e sua obra.24Foi homenageado na cidade de São Paulo com a Praça Benedito Calixto.25
  • SWAROVSKI - Impecável escultura em cristal translucido retratando raríssimo peso de papel multi colorido ATOMIC, decorado com rica lapidação, coloração e extraordinária luminescência. Selado na base Swarovski . Áustria, meados de 1970. Perfeito estado de conservação. Mede aprox 8,0 x 6,0 cm. Acondicionado em estojo original.
  • CARLOS FURTADO - ´´PÃO DE AÇUCAR´´ - Rara e belíssima serigrafia representando clássica paisagem carioca rica em movimentos, tiragem 53 de 100. Assinada no C.I.D. Mede 30 x 35 cm. Enquadrada em moldura de madeira com vidro para conservação da obra medindo 42 x 47 cm. Perfeito estado de conservação. NOTA SOBRE O ARTISTA: Carlos Furtado, publicitário, pintor, gravador e ilustrador, nasceu em Lisboa, Portugal. Vem para o Brasil, chega no Rio de janeiro e acaba por se fixar em São Paulo em 1980.Começou trabalhando em propaganda e fazendo ilustrações e capas para várias Editoras. Idealizou e criou a série de livros com o título: Treze Poemas: Fernando Pessoa, Garcia Lorca, Florbela Espanca e Ronaldo Cunha Lima.Capas com ilustrações: Rifa de um Cão sem nome  Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro, Poemas de Circunstância  Luiz Gastão Paes de Barros Leaes, Pois ias pela vida afora  Ricardo Diniz, Habilidosa loucura da madrugada  Rui Assis e Santos, Poemas de desejos e liberdade  Sven Erik Karlsson, Portugal em verso e mesa  Adélia de Albuquerque.Capas: O guardador de rebanhos  Fernando Pessoa, O livro da selva  Rudyard Kipling, Michelangelo  Eugene Delacroix, Noite na taverna  Alvares de Azevedo, De profundis  Oscar Wilde, Breviário de Citações  Frederick Nietzath, Michel Foucault  Nietzche  Freud e Marx, Os enigmas dos Maias  Perry Vidal.Lançamento do poster de Fernando Pessoa poema Mar Português (ilustração Carlos Furtado).Gravuras Editadas:Imagos e Glatt  1 edição em litogravuraLincoln  3 edições em serigrafiasPapel Assinado  27 edições em serigrafiasSerígrafo (impressor) com edição  19 edições em serigrafiasArtePrints: 58 edições em serigrafias

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