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  • Imponente e lindíssimo abajur finamente executado em vidro artístico de murano de excepcional qualidade e manufatura, design dito torceil de rico trabalho em relevo gomado com bolhas e pó de ouro. Fiação nova. Mede 70 cm de altura x 18 cm de diâmetro da base. Impecável estado de conservação.
  • Belíssimo e clássico vaso em vidro artístico de Murano, design exclusivo de linda tonalidade, feitio com bolhas, pó de ouro espalhado e linda borda tiotada. Itália século XX. Perfeito estado de conservação. Mede 15 cm de altura x 13 cm de largura da borda.
  • Precioso Topázio místico extra de excepcional qualidade e clareza, belíssima lapidação almofada brilhante concave em perfeito estado, pesando 6.17 cts medindo 12.05 x 9.88 x 6.27 mm. Ótimo investimento para montar uma joia de qualidade. Origem Brasil.
  • MESTRE JOSÉ PAULO LICATTI (TAQUARITINGA, 1910-1990, SÃO PAULO-SP) - Rara e autêntica pintura finamente executada em técnica de óleo sobre placa representando expressiva figura masculina rica em colorações. Obra proveniente da Academia Paulista de Belas Artes (Galeria Portinari). Assinada no C.I.D. Mede 22 x 28 cm. Enquadrada em moldura da época de madeira nobre patinada medindo 40 x 45,5 cm. Perfeito estado de conservação. NOTA SOBRE O ARTISTA: Nasceu em Taquaritinga, SP em 5 de agosto e faleceu em São Paulo, Capital, no dia 27 de outubro. Pintor e desenhista, foi ativo em São Paulo. Em 1935 formou-se em desenho e pintura na Faculdade de Belas Artes de SP. Foi discípulo dos professores Antonio Rocco e Enrico Vio, da Real Academia de Napoles. Desde 1939 o artista conquista diversas premiações e tem grande participação em exposições no Brasil e no Exterior. Assina suas obras P. LICATTI.Artista consagrado com cotações internacionais. Com Cotações na Europa, Alemanha, através da Constantine & Mayer, Inc. The Boutique Auction Specialists. E outras Galerias de nome.CursosReal Academia de Napoles  ItáliaProfessor Antonio RoccoProfessor Enrico VioPRÊMIOSSalão Oficial de São Paulo Menção Honrosa  1939 Menção Propaganda  1941 Menção Michelangelo  1942Salão Oficial Guanabara  Rio de Janeiro Menção Honrosa  1950 Menção Governador- 1956Salão Prefeitura de P. Grossa  Paraná Menção Honra ao Mérito  1970 Medalha de Ouro  1971Salão Prefeitura de P. Grossa  Paraná Menção Honra ao Mérito  1970 Medalha de Ouro  1971Salão Prefeitura de S. Bernardo do Campo  SP Medalha de Prata  1970Salão dos Artistas Autônomos  A.A.A.P.P.R. promovido pela Secretaria de Turismo e Fomento  SP Medalha de Bronze  1973Salão Oficial de Franca  São Paulo Prêmio Aquisição para a Pinacoteca Municipal  1974
  • CID SERRA NEGRA (SP. 1924) - Rara e linda pintura executada finamente em técnica de óleo sobre placa, representando riquíssimo motivo floral, assinada no C.I.D. Mede 63 x 77 cm. Enquadrada em moldura de madeira da época medindo 70 x 84 cm. Bom estado de conservação. NOTA SOBRE O ARTISTA: Pintor nascido em 28 de janeiro de 1924 na cidade paulista de Serra Negra, cujo nome adotou artisticamente. Executou pinturas decorativas da Igreja de São Benedito em sua cidade natal. Artista catalogado nas primeiras edições do Dicionário Brasil de Artes Plásticas.
  • MARY GREGORY - Belo vaso em vidro artístico de tonalidade vermelho rubi , feitio em cristal da Bohemia decorado com rica pintura esmaltada. Mary Gregory , EUA inicio do século XX. Excelente estado de conservação. Mede aprox 26 cm de altura x 12 cm de comprimento.
  • MARY GREGORY - Belíssima Jarra em vidro artístico de tonalidade vermelho rubi, feitio soprado , facetado de excepcional qualidade com belíssima pintura esmaltada. Mary Gregory USA final do século XIX . Excelente estado de conservação, mede 23 x 16 cm .
  • ANTONIO FERRIGNO (ITÁLIA, 1863 - 1940) - Raríssima e linda autêntica pintura executada finamente em técnica de óleo sobre madeira representando bela paisagem rica em movimentos e colorações, finos traços do renomado artista. Mede 25 x 35 cm. Assinada no C.I.D. Enquadrada em bela moldura de madeira medindo 40 x 50 cm. Bom estado de conservação. NOTA SOBRE O ARTISTA: Antonio Ferrigno (Maiori, 22 de dezembro de 1863  Salerno, 12 de dezembro de 1940)1 foi um pintor italiano da Scuola di Maiori. Seu pai, Vincenzo trabalhava no campo e sua mãe, Maria Giuseppa Pisani, cuidava da casa dos filhos. O pintor tinha um irmão mais velho, que tornou-se pintor e decorador.2Veio a São Paulo  Brasil no ano de 1893, onde permaneceu até 1905. Ficou conhecido como o pintor do café, devido às telas que executou a convite do Conde da Serra Negra, Manuel Ernesto da Conceição. O cafeicultor o contratou para retratar sua fazenda, Victória, em Botucatu, no interior de São Paulo.3Após o fato, durante sua estadia em São Paulo, fez diversas viagens em companhia do pintor Rosalbino Santoro, pelo interior do Estado. Ferrigno continuou a retratar produções cafeeiras, reproduzindo as etapas do plantio do café, como na série de quadros Fazenda Santa Gertrudes. Foi consultado por diversos produtores interessados em ter suas terras retratadas por ele. Teve outras telas importantes, como As Lavadeiras (1896) e A mulata quitandeira (1902).4FormaçãoAntônio Ferrigno foi um dos muitos pintores do final do século XIX que viveram na Costa Amalfitana. Estudou pintura em Nápoles, com Giacomo Di Chirico (Veneza, 1844  Nápoles, 1883. Pintor italiano da elite de Nápoles), nascido em Lucca, que lecionava em Nápoles e passava temporadas em Maiori. Aos dezenove anos, ganhou uma bolsa de estudos em Salerno, dessa forma, pode matricular-se na Academia de Belas Artes de Nápoles. Ali, entre 1883 e 1885, frequentou o curso de escultura de Stanislao Lista (1824-1908). Em sua grade curricular, estavam inclusas aulas de desenho, que o auxiliaram a aprender a trabalhar com claros e escuros, além da pintura ao natural.2Também praticou a pintura ao natural com Teofilo Patini (1840-1906), professor incutido de ideais sociais, comuns na região de Nápoles em 1880.25Em 1884, foi premiado em pintura na Academia e participou das mostras da Promotrice Napolitana, da Academia de Belas Artes de Brera e da XXXI Mostra da Società Promotrice de Belle Arti de Genova. Os temas eram todos sociais, retratando pessoas idosas, tristes e solitárias.6No mesmo período, entre 1884-1886, frequentou o curso do pintor Domenico Morelli (1826-1901), realizando cartões dos mosaicos para a fachada da catedral de Amalfi.6Vinda ao BrasilEm 1893, Ferrigno resolveu viajar para o Brasil e embarcou com Luigi Paolillo (1864-1934), embora este tivesse indo à Argentina. Apesar de recém-casado e de um certo renome que já alcançara em Nápoles, o pintor viajou em busca de um outro lugar que lhe oferecesse a possibilidade de conseguir maior sucesso econômico e onde haviam paisagens interessantíssimas, segundo os relatos que recebia dos conterrâneos que já estavam no Brasil.6Quando aqui chegou, fixou-se em São Paulo. Por aquela época, a cidade crescia e se modernizava, com a instalação da luz elétrica. Fazendeiros do interior construíam casas na capital. A vida artística se tornava mais intensa. Havia bailes e saraus, e companhias de teatro e de ópera chegavam do Rio de Janeiro e da Europa.7Foi o litoral que de início encantou o recém-chegado, que pintou pequenas baías com casebres e barcos, pescadores puxando redes praias pedregosas. E povoava essas paisagens com pessoas em movimento e nas mais diversas posturas, crianças procurando conchas ou pescando, senhoras com chapéus e guarda-sóis coloridos, equilibrando-se nas pedras por onde faziam seus passeios. O mar azul ao fundo e o sol por todos os lados, projetando sombras escuras, produziam efeitos alegres de luz e sombra.7Também deteve em suas telas, a cidade, sendo hoje sua obra um dos mais importantes registros sobre a antiga São Paulo, caracterizando essas obras como pinturas históricas. Como gostava de pintar a água e os efeitos conseguidos por seus reflexos, escolheu sempre na paisagem urbana. Trechos com pontes como a velha Ponte Grande, olarias e portos de areia às margens do Rio Tietê, ou a Rua 25 de Março onde, na época, corria um riacho. A Rua 25 de Março teve várias versões nas telas do artista. Dessa paisagem urbana, ele fez um estudo, com certeza no local, em que captou só os elementos principais, completando-o depois em outras obras com quiosque, carroça e lavadeiras.7O pintor do caféFazenda Victória do Conde de Serra Negra, quadro de Antonio Ferrigno.O artista ainda hoje é admirado como o pintor do café por ter retratado as fazendas de orgulhosos proprietários que queriam fixá-las em telas para suas salas. Muitos artistas se dedicavam a essa tarefa. Entretanto, no caso de Ferrigno, a projeção que alcançariam essas obras seria distinta, graças ao convite que recebeu de um dos mais ricos cafeicultores paulistas, o Conde de Serra Negra, para pintar sua fazenda Victória.3Nascido em Piracicaba em 1850, Manuel Ernesto da Conceição, Conde de Serra Negra, formara uma grande fazenda de café no município de Botucatu, florescente no último quartel do século XIX. Homem de grande atividade, ele abriria depois diversas outras fazendas ao longo da ferrovia do noroeste paulista. Em 1893 a lavoura de café vinha sofrendo diversas crises, devido principalmente à superprodução, a ponto de o governo sancionar uma lei limitando as plantações.3Os fazendeiros, preocupados, procuravam formas de remediar essa situação. Foi nessas circunstâncias que, em 1898, o Conde de Serra Negra teve a ideia de fazer uma grande campanha de propaganda do café brasileiro na Europa, visando inclusive a reverter a sua imagem negativa junto aos europeus. Com esse intuito, o conde chegou a fazer um acordo com outros 217 fazendeiros, que tinham se comprometido a enviar anualmente 1470 sacas de café à Europa, pelo espaço de três anos. Na mesma época, porém, a Sociedade Nacional de Agricultura teve uma ideia semelhante e começou a organizar um serviço de propaganda. Sem querer concorrer com um programa muito mais ambicioso, mas no qual seus próprios esforços eram ignorados, o Conde acabou vendendo em Santos as sacas de café que já recebera dos fazendeiros e reembolsando-os.3Entretanto, não desistiu de seus planos e, assim, embarcou em 1900 para a Europa. Nesse tempo, o café Santos era considerado o de pior qualidade no mercado europeu e o plano era reabilitar seu nome. Porém sua jornada acabou com a Primeira Guerra Mundial, em 1914, quando o governo francês tomou o café que estava no Porto de Havre, obrigando o Conde a voltar para o Brasil. Foi por volta de 1900 que Ferrigno conheceu o Conde, envolvendo-se, por causa dele, num projeto inédito de criação de obras de arte destinadas a servir de propaganda a um produto comercial brasileiro. Convidado pelo Conde de Serra Negra, passou meses hospedado em sua fazenda Victória para pintá-la. Produziu uma série de dez quadros que mostram cenas da vida e dos costumes do interior. O Conde levou todas as obras à Europa, onde fizeram parte de inúmeras exposições do Café de São Paulo nas capitais europeias.8De volta à ItáliaApós a última mostra feita no Brasil, expondo mais de 64 telas, Ferrigno vendeu suas obras a diversos colecionadores, o que lhe rendeu dinheiro o suficiente para retornar à Itália. O pintor pode voltar para a família e conhecer seu filho, Rodolfo. Chegou em Gênova em 1905, passou um tempo em San Remo e em seguida voltou a Salerno. Em 1913, conseguiu uma cátedra de professor de desenho da Escola Técnica. Manteve a vida de artista viva, participou de várias mostras importantes da Itália e fez parte do grupo de pintores de Maiori.9Em fevereiro de 1915, expôs suas obras com Luigi Paolillo, que retornara da Argentina, depois do grande sucesso obtido com as telas dedicadas à Terra do Fogo, que lhe haviam sido encomendadas pelo governo.10Nos anos de 1920 e 1930, Ferrigno dedicou-se a pintar os jardins de Ravello, de Vietri e Salerno. Esses jardins coloridos transportam o espectador a uma atmosfera de sonho. Cores fortes se entrelaçam com um brilho e vivacidade intensos. Com os anos, conquistou significativo renome entre a burguesia de Salerno. Todavia, o grupo de pintores de Maiori e Minori, do qual fazia parte, foi diminuindo com a morte de alguns deles. Ferrigno inventou diversos projetos para que o grupo pudesse se manter unido, produzindo em conjunto.10Em 1930, expôs em Túnis, com grande repercussão local. Em 1933, obteve o mesmo sucesso em uma exposição em Salerno, na qual festeja seus cinquenta anos de atividade artística. Continuou ativo por mais alguns anos, participando de todas as manifestações artísticas importantes de seu tempo, até o falecimento no dia 12 de dezembro de 1940, na mesma casa em Salerno onde morara por tantos anos.11CríticaA linguagem do artista é refinada, principalmente após a convivência com mestres italianos como Giacomo De Chirico (Veneza, 1844  Nápoles, 1883). Adquire personalidade e valor iconográfico. Suas obras contem um sentimento peculiar do viajante moderno, com o olhar além das vistas, perceptível nas obras que reproduziu as costas de Amalfi, assim como outros pintores, tais como Scopetta, DAmato, Capone e Rocco. Foi um dos protagonistas da pintura de Salerno.12Em Ferrigno, o desenho, a cor e a paisagem tornam-se elementos unificados de uma narrativa do tempo divididos pelo ritmo dos pensamentos e da imaginação. As emoções afloram em nuances tão autênticas quanto às praias da costa ou o azul do céu marinho. O pintor conjuga a arte fabuladora e imediata do tratamento instintivo, com os rastros de memória, transformando suas obras em trilhas da alma da peregrinação emotiva.12Suas obras no Brasil eram carregadas de tons nostálgicos, pela pátria longínqua. A partir de 1910, já de volta a Itália, as telas eram iluminadas por cores fortes e intensas, relembrando as paisagens latino-americanas.12Cronologia1863  (Dezembro, 22) nasce em Maiori, província de Salerno, ItáliaEstudou no Instituto Belas Artes de Nápoles, tendo sido aluno de Morelli e Giacomo DiChirico.1882  Expões em Nápoles: La mia pace.1883  Expõe Um Vecchio sergente, adquirida pelo Banco de Nápoles.1884  Expõe na Itália.1888  Expõe na Itália1890  O rei da Itália, Umberto I, compra A sera para a Galeria Nacional de Capodimonte.1893  Vem ao Brasil e se fixa em São Paulo.1900  (Junho) Expõe trabalhos executados sob encomenda: General Wehendoerff.(Agosto) Expõe na Galeria Cristal, Rua 15 de Novembro: 3 quadros a óleo.1902  (Julho) Ajuda na organização e expõe na Exposição de Belas-artes e Indústria. Vende: A escola, Jardim, Olaria, Água parada, A comida está pronta, Desafinador.Exposta ali: Baiana em descanso, A Luta pela vida (interior da fábrica de vidro), Paisagem paulista, Inundação na várzea do Carmo.(Agosto) Expõe na Casa Aguiar: costumes brasileiros.1903  (Dezembro) Expõe no Banco Constructor: paisagens com o tema lavoura do café.1904  (Janeiro) Expõe os quadros da lavoura do café junto com Rosalbino Santoro (cenas de fazenda)1905  (Março) Expõe, na Rua 15 de Novembro, paisagens e marinhas.Volta para a Itália, Salerno.1911  Expõe na Promotice Napolitana O inverno em São Paulo, adquirida pelo Duque de Aosta.1914  Participa do Salon dos Indépendents em Paris, com duas paisagens, e na Promotrice Per Il Pane e Spaccatore di Pietre.Retoma o tema dos humildes.1927  Expõe 640 obras na 1ª Mostra Salernitana. Entre elas, Jardins tropicais, Allo specchio, Viale e su cantiere.1940  (Dezembro, 12) Morre em Salerno.1946  Retrospectiva com cem obras organizadas pelos artistas de Salerno.
  • Belíssimo e clássico vaso em vidro artístico de Murano, design exclusivo de linda tonalidade, feitio com bolhas, pó de ouro espalhado e linda borda tiotada. Itália século XX. Perfeito estado de conservação. Medem 14,5 cm de altura x 12,5 cm de largura da borda.
  • MARY GREGORY - Rara jarra em vidro artístico de tonalidade vermelho rubi , feitio soprado decorado com rico trabalho contentado bolinhas e bela pintura esmaltada. Mary Gregory , EUA final do século XIX . Excelente estado de conservação. Mede aprox 25 x 15 cm.
  • INOS CORRADIN com certificado - ''Equilibrista'' - Elegante e belíssima escultura em terracota patinada de excelente qualidade escultórica, elegantemente montada sobre base de madeira. Assinado Inos. Perfeito estado de conservação. Mede 26 x 10,5 x 8,5 cm. Acompanha certificado de autenticidade emitido pelo artista e registrado em cartório. NOTA: Artista premiado e catalogado.1929 Nasce em 14 de novembro, em Vogogna, Piemonti, Itália. Com alguns meses seus pais transferem-se para Montreaux, Suíça Francesa, onde permanece até os 5 anos de idade. Depois, volta para a Itália, em Castelbado, Província de Padova, terra de seus pais, onde passa a infância e juventude. 1945 estuda pintura com o professor Tardivello. 1947Colabora com o pintor Pendini na execução de um mural alusivo aos mártires da resistência italiana, em Castelbaldo, Padova Itália. 1950Chega ao Brasil, estabelecendo-se em Jundiaí, São Paulo. 1951Conhece o pintor argentino Osvaldo Navarro que dirige o Atelier Cooperativa Politone na Vila Mariana, São Paulo. É convidado a fazer parte do núcleo artístico do qual participam, entre outros, os pintores: Ian Woronieki e Geraldo Trindade Leal e mais cinco pintores. 1952Convidado a participar do II Salão Paulista de arte moderna de São Paulo. 1953Chega a Salvador da Bahia com o pintor Trindade Leal. Conhece o grupo artístico baiano da época: Mário Cravo Júnior, Rubens Valentin, Aguinaldo dos Santos, Caribè, Raimundo de Oliveira, Pancetti, Jenner Augusto, Wilson Rocha e Mirabeau Sampaio, o crítico Wilson Rocha e o cantor e compositor Dorival Caymmi. 1954Convidado a participar do Salão Nacional de Arte Moderna do Rio de Janeiro.Osvaldo Gil Navarro o convida a participar da equipe de cenógrafos do Ballet do IV Centenário de São Paulo. Executa cenários para ballet e peças teatrais para Rugero Giacobbi e Aldo Cravo.1955Continua ativo como cenógrafo. 1957Começa uma nova fase de sua vida. Chega a Ibiúna, São Paulo, onde pinta e trabalha com os madeireiros que na época tinham na madeira sua principal fonte de economia, de onde extraia madeira para sua pequena fábrica de brinquedos. Nesta cidade, conhece o seu primeiro e mais importante marchand: Américo Reisfeld, que após cessar suas atividades é sucedido por seu genro, o Sr. Josef Bar-Tzion, que o representa em diversas exposições internacionais. 1960Casa-se com Maria Helena Rolin Carmelo com a qual teve três filhos. 1976É representado pela Sra. Carla Surian Albori com exclusividade européia. 1977Faz sua primeira exposição individual na Galeria de Arte André São Paulo, hoje denominada Nova André Galeria, onde trabalhou com exclusividade para André Blau, desde o começo da década de 60. 1979Contratado para pintar um cenário 8 x 11m para o teatro de Rovigo Itália 1990A Prefeitura de Jundiaí adquire 5 obras, com motivos religiosos, que estão expostos no Velório Municipal Adamastor Fernandes. 1993A Prefeitura Municipal de Jundiaí lhe presta uma homenagem pelos seus 40 Anos de Pintura, organizando uma exposição retrospectiva no Paço Municipal Nova Jundiaí, com obras emprestadas por inúmeros colecionadores. 1997Lança o livro La Visione Incantata na Nova André Galeria, em S.Paulo, com uma exposição. (livro lançado simultaneamente no Brasil e na Europa), lançado por Edas Edizioni DArte Surian. 2001Lança seu livro Venticinque Anni di mostre in Europa, lançado por Edas Edizioni DArte Surian. 2002A Companhia Italiana Costa Navegações lança ao mar o navio Costa Atlântica em Veneza e o contrata para decorar suas cabines com 800 serigrafias e 42 óleos sobre tela.Passa a fazer parte dos anais da Câmara Federal com discurso feito pelo Deputado Federal André Benassi ressaltando sua importância na pintura no Brasil e exterior. 2004Comemora 50 anos de pintura com uma super exposição no Hotel Intercontinental, na Al.Santos em S.Paulo, onde lançou seu livro 50 Anos de Pintura, editado por Auderi Martins. 2005É solicitado pela Prefeitura Municipal de Jundiaí, através do Prefeito Ary Fossen para criar um selo comemorativo dos 350 anos da cidade. Este selo também foi lançado pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. 2006É homenageado pela Associação Terapêutica de Estimulação Auditiva e Linguagem - ATEAL, juntamente com a Prefeitura Municipal de Jundiaí, em função de sua benemerência com as crianças assistidas dessa ONG, que inclusive reproduziram de forma singular algumas de suas obras. 2007Pinta o óleo sobre tela Tributo à Serra do Japi (l,80 x 9,00m), cuja réplica transformada num painel de 9,00 e 4,5 metros, encontra-se em exposição permanente na Rodoviária de Jundiaí, a convite do Prefeito Ary Fossen. 2008Lançamento do documentário INOS que traça um panorama de sua vida artística nos seus 56 anos de carreira, bem como curiosidades de sua vida pessoal. 2009Ano em que Inos completa 80 anos. As comemorações começaram em maio, na Itália, onde ele foi homenageado pela Prefeitura de Padova, através do Prefeito Flavio Zanonato, com uma exposição num Palácio Medieval do século XVI, na Salla della Gran Guardia na Piazza dei Signori.Em setembro, Inos fecha as comemorações com uma grande exposição na Nova André Galeria, onde trabalhou com exclusividade por 30 anos. Inos retorna à sua velha casa, depois de percorrer um longo caminho com mais de 200 exposições internacionais.Ainda em 2009,lança a 2ª edição do livro 50 Anos de Pintura com uma noite de autógrafos na Livraria da Vila, Al.Lorena em S.Paulo; 2010A Prefeitura de Jundiaí, por iniciativa do prefeito, Sr. Miguel Haddad, presta-lhe uma homenagem pelos seus 80 anos com uma exposição de esculturas e fotos de sua carreira ao lado de familiares e celebridades do mundo das artes, da música e da política nacional e internacional. O momento mais emocionante da homenagem foi o espetáculo musical, organizado por sua assessora Sandra Carnio, chamado Um concerto para Inos com músicas que retrataram momentos marcantes da vida do pintor, tendo à frente a cantora Clarina Fasanaro e músicos convidados.A convite do artista Ivald Granato passa a integrar o Grupo dos Onze (G11). O referido grupo é composto de renomados artistas da atualidade, dentre eles Cláudio Tozzi, Mario Gruber, Peticov, entre outros.A escultura O Saxofonista é escolhida para premiar sessenta grandes nomes da indústria musical brasileira no evento Expo Show Business, promovido por Tom Gomes. Dentre os premiados, Dody Serena, empresário do cantor Roberto Carlos, Guto Graça Mello, produtor musical da TV Globo, Marcelo Castello Branco, presidente da gravadora EMI e José Celso Guida, diretor geral da gravadora Biscoito Fino. 2011É homenageado com a exposição Gabinete de Arte Inos Corradin na Câmara Federal Brasília - DF , por ocasião do Momento Itália/Brasil. Inos que chegou ao Brasil na década de 50 é um símbolo da ligação e amizade entre brasileiros e italianos. 2013É homenageado na cidade de Padova - Itália, com o prêmio "Città di Padova 2013" pela sua trajetória artística.
  • Belíssima e elegante trouxinha, executada em vidro artístico de Murano de excelente qualidade, feitio com bolhas, pó de ouro espalhado e charmosa borda, linda tonalidade amarelo vibrante. Perfeito estado de conservação. Mede 15,5 cm de altura x 14 cm de largura da borda aproximadamente.
  • MURANO - Belíssimo e elegante vaso em vidro artístico de Murano, design exclusivo com linda tonalidade, rico feitio gomado com bolhas, pó de ouro e adornado por linda e rara Moriza. Perfeito estado de conservação. Mede 12 cm de altura x 10 cm de comprimento x 08 cm de largura.
  • Belíssimo e clássico vaso em vidro artístico de Murano, design exclusivo de linda tonalidade, feitio com bolhas, pó de ouro e linda borda tiotada. Itália século XX. Perfeito estado de conservação. Medem 15,5 cm de altura x 12,5 cm de largura da borda.
  • INOS CORRADIN com certificado - ''Equilibrista'' - Elegante e belíssima escultura em terracota patinada de excelente qualidade escultórica, elegantemente montada sobre base de madeira. Assinado Inos. Perfeito estado de conservação. Mede 26 x 12 x 10 cm. Acompanha certificado de autenticidade emitido pelo artista e registrado em cartório. NOTA: Artista premiado e catalogado.1929 Nasce em 14 de novembro, em Vogogna, Piemonti, Itália. Com alguns meses seus pais transferem-se para Montreaux, Suíça Francesa, onde permanece até os 5 anos de idade. Depois, volta para a Itália, em Castelbado, Província de Padova, terra de seus pais, onde passa a infância e juventude. 1945 estuda pintura com o professor Tardivello. 1947Colabora com o pintor Pendini na execução de um mural alusivo aos mártires da resistência italiana, em Castelbaldo, Padova Itália. 1950Chega ao Brasil, estabelecendo-se em Jundiaí, São Paulo. 1951Conhece o pintor argentino Osvaldo Navarro que dirige o Atelier Cooperativa Politone na Vila Mariana, São Paulo. É convidado a fazer parte do núcleo artístico do qual participam, entre outros, os pintores: Ian Woronieki e Geraldo Trindade Leal e mais cinco pintores. 1952Convidado a participar do II Salão Paulista de arte moderna de São Paulo. 1953Chega a Salvador da Bahia com o pintor Trindade Leal. Conhece o grupo artístico baiano da época: Mário Cravo Júnior, Rubens Valentin, Aguinaldo dos Santos, Caribè, Raimundo de Oliveira, Pancetti, Jenner Augusto, Wilson Rocha e Mirabeau Sampaio, o crítico Wilson Rocha e o cantor e compositor Dorival Caymmi. 1954Convidado a participar do Salão Nacional de Arte Moderna do Rio de Janeiro.Osvaldo Gil Navarro o convida a participar da equipe de cenógrafos do Ballet do IV Centenário de São Paulo. Executa cenários para ballet e peças teatrais para Rugero Giacobbi e Aldo Cravo.1955Continua ativo como cenógrafo. 1957Começa uma nova fase de sua vida. Chega a Ibiúna, São Paulo, onde pinta e trabalha com os madeireiros que na época tinham na madeira sua principal fonte de economia, de onde extraia madeira para sua pequena fábrica de brinquedos. Nesta cidade, conhece o seu primeiro e mais importante marchand: Américo Reisfeld, que após cessar suas atividades é sucedido por seu genro, o Sr. Josef Bar-Tzion, que o representa em diversas exposições internacionais. 1960Casa-se com Maria Helena Rolin Carmelo com a qual teve três filhos. 1976É representado pela Sra. Carla Surian Albori com exclusividade européia. 1977Faz sua primeira exposição individual na Galeria de Arte André São Paulo, hoje denominada Nova André Galeria, onde trabalhou com exclusividade para André Blau, desde o começo da década de 60. 1979Contratado para pintar um cenário 8 x 11m para o teatro de Rovigo Itália 1990A Prefeitura de Jundiaí adquire 5 obras, com motivos religiosos, que estão expostos no Velório Municipal Adamastor Fernandes. 1993A Prefeitura Municipal de Jundiaí lhe presta uma homenagem pelos seus 40 Anos de Pintura, organizando uma exposição retrospectiva no Paço Municipal Nova Jundiaí, com obras emprestadas por inúmeros colecionadores. 1997Lança o livro La Visione Incantata na Nova André Galeria, em S.Paulo, com uma exposição. (livro lançado simultaneamente no Brasil e na Europa), lançado por Edas Edizioni DArte Surian. 2001Lança seu livro Venticinque Anni di mostre in Europa, lançado por Edas Edizioni DArte Surian. 2002A Companhia Italiana Costa Navegações lança ao mar o navio Costa Atlântica em Veneza e o contrata para decorar suas cabines com 800 serigrafias e 42 óleos sobre tela.Passa a fazer parte dos anais da Câmara Federal com discurso feito pelo Deputado Federal André Benassi ressaltando sua importância na pintura no Brasil e exterior. 2004Comemora 50 anos de pintura com uma super exposição no Hotel Intercontinental, na Al.Santos em S.Paulo, onde lançou seu livro 50 Anos de Pintura, editado por Auderi Martins. 2005É solicitado pela Prefeitura Municipal de Jundiaí, através do Prefeito Ary Fossen para criar um selo comemorativo dos 350 anos da cidade. Este selo também foi lançado pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. 2006É homenageado pela Associação Terapêutica de Estimulação Auditiva e Linguagem - ATEAL, juntamente com a Prefeitura Municipal de Jundiaí, em função de sua benemerência com as crianças assistidas dessa ONG, que inclusive reproduziram de forma singular algumas de suas obras. 2007Pinta o óleo sobre tela Tributo à Serra do Japi (l,80 x 9,00m), cuja réplica transformada num painel de 9,00 e 4,5 metros, encontra-se em exposição permanente na Rodoviária de Jundiaí, a convite do Prefeito Ary Fossen. 2008Lançamento do documentário INOS que traça um panorama de sua vida artística nos seus 56 anos de carreira, bem como curiosidades de sua vida pessoal. 2009Ano em que Inos completa 80 anos. As comemorações começaram em maio, na Itália, onde ele foi homenageado pela Prefeitura de Padova, através do Prefeito Flavio Zanonato, com uma exposição num Palácio Medieval do século XVI, na Salla della Gran Guardia na Piazza dei Signori.Em setembro, Inos fecha as comemorações com uma grande exposição na Nova André Galeria, onde trabalhou com exclusividade por 30 anos. Inos retorna à sua velha casa, depois de percorrer um longo caminho com mais de 200 exposições internacionais.Ainda em 2009,lança a 2ª edição do livro 50 Anos de Pintura com uma noite de autógrafos na Livraria da Vila, Al.Lorena em S.Paulo; 2010A Prefeitura de Jundiaí, por iniciativa do prefeito, Sr. Miguel Haddad, presta-lhe uma homenagem pelos seus 80 anos com uma exposição de esculturas e fotos de sua carreira ao lado de familiares e celebridades do mundo das artes, da música e da política nacional e internacional. O momento mais emocionante da homenagem foi o espetáculo musical, organizado por sua assessora Sandra Carnio, chamado Um concerto para Inos com músicas que retrataram momentos marcantes da vida do pintor, tendo à frente a cantora Clarina Fasanaro e músicos convidados.A convite do artista Ivald Granato passa a integrar o Grupo dos Onze (G11). O referido grupo é composto de renomados artistas da atualidade, dentre eles Cláudio Tozzi, Mario Gruber, Peticov, entre outros.A escultura O Saxofonista é escolhida para premiar sessenta grandes nomes da indústria musical brasileira no evento Expo Show Business, promovido por Tom Gomes. Dentre os premiados, Dody Serena, empresário do cantor Roberto Carlos, Guto Graça Mello, produtor musical da TV Globo, Marcelo Castello Branco, presidente da gravadora EMI e José Celso Guida, diretor geral da gravadora Biscoito Fino. 2011É homenageado com a exposição Gabinete de Arte Inos Corradin na Câmara Federal Brasília - DF , por ocasião do Momento Itália/Brasil. Inos que chegou ao Brasil na década de 50 é um símbolo da ligação e amizade entre brasileiros e italianos. 2013É homenageado na cidade de Padova - Itália, com o prêmio "Città di Padova 2013" pela sua trajetória artística.
  • Precioso par de Belíssimas Moissanites /Moissanitas branco extra de excepcional qualidade e clareza IF , belíssima lapidação diamante , totalizando 2.75 cts medidas 7.17 x 7.17 x 4.64 mm . Origem África. Perfeito estado de conservação , excelente investimento para monta uma joia de qualidade . Gema se tornou valiosa e muito conhecida devido a sua aparência próxima ao Diamante .
  • SWAROVSKI - Impecável e raro castiçal em cristal translúcido, decorado com rica lapidação e extraordinária luminescência. Selado sobre a base Swarovski . Áustria, meados de 2000 . Perfeito estado de conservação. Mede aprox 04 cm de altura x 4,5 cm de largura. Acondicionado em estojo original.
  • Preciosa e rara Kunzite / Kunzita peach BIG extra de 26.48 cts , Excelente qualidade e clareza transparente, clássica lapidação oval brilhante medindo 19.37 x 14.48 x 12.83 mm . ótimo investimento para montar uma joia de qualidade . Perfeita . origem Afeganistão .
  • BAVARIA, ALEMANHA - Belíssimo e raro prato centro de mesa executado finamente em antiga porcelana de excepcional qualidade e manufatura, ao centro com lindo motivo de expressivas figuras meninas, borda elevada com riquíssimo trabalho de rocaille e ornamentação floral em filetes á ouro. Perfeito estado de conservação, Alemanha Século XX. Mede 04 cm de altura x 19,5 cm de diâmetro da borda.
  • MURANO - Belíssimo e elegante vaso em vidro artístico de Murano, design exclusivo com linda tonalidade, borda tiotada, rico feitio gomado com bolhas, pó de ouro e adornado por lindas e raras Morizas. Perfeito estado de conservação. Mede 15 cm de altura x 11 cm de diâmetro.

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