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  • Precioso par de Belíssimas Tanzanitas Extra de excepcional qualidade e clareza IF , belíssima e rara lapidação trillion brilhante, totalizando 0.86 cts medidas 5.05 x 5.05 x 2.95 mm . Origem Tanzânia. Perfeito estado de conservação , excelente investimento para monta uma joia de qualidade.
  • Belíssimo e clássico vaso em vidro artístico de Murano design dito Napoleão de linda tonalidade, feitio com bolhas, pó de ouro espalhado e linda borda. Itália século XX. Perfeito estado de conservação. Mede 14 cm de altura x 15,5 cm de comprimento x 11 cm de largura.
  • MURANO - Grandioso e belíssimo vaso executado finamente em pesado vidro artístico de Murano, design moderno e exclusivo riquíssimo em movimentos com linda variação de tonalidades vibrantes. Perfeito estado de conservação. Mede 45 cm de altura x 29 cm de comprimento x 8,5 cm de largura.
  • Lindíssima e grande pintura finamente executada em técnica de óleo sobre tela, representando expressiva figura indígena riquíssima em movimentos e tonalidades. Assinada no C.I.D. Mede 70 x 100 cm. Enquadrada em moderna moldura de madeira patinada medindo 75 x 105 cm. Perfeito estado de conservação.
  • Belíssima e elegante trouxinha, executada em vidro artístico de Murano de excelente qualidade, feitio com bolhas, pó de ouro espalhado e charmosa borda, linda tonalidade verde esmeralda. Perfeito estado de conservação. Mede 16 cm de altura x 13 cm de largura da borda aproximadamente.
  • Elegante e belíssimo centro de mesa executado finamente em vidro artístico de murano de excepcional qualidade, feitio gomado com bolhas e pó de ouro, elegante borda tiotada em linda tonalidade, adornado por morizas. Mede 9,5 cm de altura x 20 x 20 cm. aproximadamente. Impecável estado de conservação.
  • Grande e lindíssimo vaso executado finamente em antiga porcelana de excepcional qualidade, adornado por rica cobertura á ouro e expressivos motivos orientais ao seu redor. Impecável estado de conservação, acompanha base em madeira. Mede 38 cm de altura x 12 cm de diâmetro da borda.
  • ANTONIO FERRIGNO (ITÁLIA, 1863 - 1940) - Raríssima e linda pintura executada finamente em técnica de óleo sobre tela representando bela paisagem marítima rica em movimentos e colorações, finos traços do renomado artista. Mede 25 x 40 cm. Assinada no C.I.D. Enquadrada em bela moldura de madeira ricamente trabalhado medindo 48 x 64 cm. Bom estado de conservação. NOTA SOBRE O ARTISTA: Antonio Ferrigno (Maiori, 22 de dezembro de 1863  Salerno, 12 de dezembro de 1940)1 foi um pintor italiano da Scuola di Maiori. Seu pai, Vincenzo trabalhava no campo e sua mãe, Maria Giuseppa Pisani, cuidava da casa dos filhos. O pintor tinha um irmão mais velho, que tornou-se pintor e decorador.2Veio a São Paulo  Brasil no ano de 1893, onde permaneceu até 1905. Ficou conhecido como o pintor do café, devido às telas que executou a convite do Conde da Serra Negra, Manuel Ernesto da Conceição. O cafeicultor o contratou para retratar sua fazenda, Victória, em Botucatu, no interior de São Paulo.3Após o fato, durante sua estadia em São Paulo, fez diversas viagens em companhia do pintor Rosalbino Santoro, pelo interior do Estado. Ferrigno continuou a retratar produções cafeeiras, reproduzindo as etapas do plantio do café, como na série de quadros Fazenda Santa Gertrudes. Foi consultado por diversos produtores interessados em ter suas terras retratadas por ele. Teve outras telas importantes, como As Lavadeiras (1896) e A mulata quitandeira (1902).4FormaçãoAntônio Ferrigno foi um dos muitos pintores do final do século XIX que viveram na Costa Amalfitana. Estudou pintura em Nápoles, com Giacomo Di Chirico (Veneza, 1844  Nápoles, 1883. Pintor italiano da elite de Nápoles), nascido em Lucca, que lecionava em Nápoles e passava temporadas em Maiori. Aos dezenove anos, ganhou uma bolsa de estudos em Salerno, dessa forma, pode matricular-se na Academia de Belas Artes de Nápoles. Ali, entre 1883 e 1885, frequentou o curso de escultura de Stanislao Lista (1824-1908). Em sua grade curricular, estavam inclusas aulas de desenho, que o auxiliaram a aprender a trabalhar com claros e escuros, além da pintura ao natural.2Também praticou a pintura ao natural com Teofilo Patini (1840-1906), professor incutido de ideais sociais, comuns na região de Nápoles em 1880.25Em 1884, foi premiado em pintura na Academia e participou das mostras da Promotrice Napolitana, da Academia de Belas Artes de Brera e da XXXI Mostra da Società Promotrice de Belle Arti de Genova. Os temas eram todos sociais, retratando pessoas idosas, tristes e solitárias.6No mesmo período, entre 1884-1886, frequentou o curso do pintor Domenico Morelli (1826-1901), realizando cartões dos mosaicos para a fachada da catedral de Amalfi.6Vinda ao BrasilEm 1893, Ferrigno resolveu viajar para o Brasil e embarcou com Luigi Paolillo (1864-1934), embora este tivesse indo à Argentina. Apesar de recém-casado e de um certo renome que já alcançara em Nápoles, o pintor viajou em busca de um outro lugar que lhe oferecesse a possibilidade de conseguir maior sucesso econômico e onde haviam paisagens interessantíssimas, segundo os relatos que recebia dos conterrâneos que já estavam no Brasil.6Quando aqui chegou, fixou-se em São Paulo. Por aquela época, a cidade crescia e se modernizava, com a instalação da luz elétrica. Fazendeiros do interior construíam casas na capital. A vida artística se tornava mais intensa. Havia bailes e saraus, e companhias de teatro e de ópera chegavam do Rio de Janeiro e da Europa.7Foi o litoral que de início encantou o recém-chegado, que pintou pequenas baías com casebres e barcos, pescadores puxando redes praias pedregosas. E povoava essas paisagens com pessoas em movimento e nas mais diversas posturas, crianças procurando conchas ou pescando, senhoras com chapéus e guarda-sóis coloridos, equilibrando-se nas pedras por onde faziam seus passeios. O mar azul ao fundo e o sol por todos os lados, projetando sombras escuras, produziam efeitos alegres de luz e sombra.7Também deteve em suas telas, a cidade, sendo hoje sua obra um dos mais importantes registros sobre a antiga São Paulo, caracterizando essas obras como pinturas históricas. Como gostava de pintar a água e os efeitos conseguidos por seus reflexos, escolheu sempre na paisagem urbana. Trechos com pontes como a velha Ponte Grande, olarias e portos de areia às margens do Rio Tietê, ou a Rua 25 de Março onde, na época, corria um riacho. A Rua 25 de Março teve várias versões nas telas do artista. Dessa paisagem urbana, ele fez um estudo, com certeza no local, em que captou só os elementos principais, completando-o depois em outras obras com quiosque, carroça e lavadeiras.7O pintor do caféFazenda Victória do Conde de Serra Negra, quadro de Antonio Ferrigno.O artista ainda hoje é admirado como o pintor do café por ter retratado as fazendas de orgulhosos proprietários que queriam fixá-las em telas para suas salas. Muitos artistas se dedicavam a essa tarefa. Entretanto, no caso de Ferrigno, a projeção que alcançariam essas obras seria distinta, graças ao convite que recebeu de um dos mais ricos cafeicultores paulistas, o Conde de Serra Negra, para pintar sua fazenda Victória.3Nascido em Piracicaba em 1850, Manuel Ernesto da Conceição, Conde de Serra Negra, formara uma grande fazenda de café no município de Botucatu, florescente no último quartel do século XIX. Homem de grande atividade, ele abriria depois diversas outras fazendas ao longo da ferrovia do noroeste paulista. Em 1893 a lavoura de café vinha sofrendo diversas crises, devido principalmente à superprodução, a ponto de o governo sancionar uma lei limitando as plantações.3Os fazendeiros, preocupados, procuravam formas de remediar essa situação. Foi nessas circunstâncias que, em 1898, o Conde de Serra Negra teve a ideia de fazer uma grande campanha de propaganda do café brasileiro na Europa, visando inclusive a reverter a sua imagem negativa junto aos europeus. Com esse intuito, o conde chegou a fazer um acordo com outros 217 fazendeiros, que tinham se comprometido a enviar anualmente 1470 sacas de café à Europa, pelo espaço de três anos. Na mesma época, porém, a Sociedade Nacional de Agricultura teve uma ideia semelhante e começou a organizar um serviço de propaganda. Sem querer concorrer com um programa muito mais ambicioso, mas no qual seus próprios esforços eram ignorados, o Conde acabou vendendo em Santos as sacas de café que já recebera dos fazendeiros e reembolsando-os.3Entretanto, não desistiu de seus planos e, assim, embarcou em 1900 para a Europa. Nesse tempo, o café Santos era considerado o de pior qualidade no mercado europeu e o plano era reabilitar seu nome. Porém sua jornada acabou com a Primeira Guerra Mundial, em 1914, quando o governo francês tomou o café que estava no Porto de Havre, obrigando o Conde a voltar para o Brasil. Foi por volta de 1900 que Ferrigno conheceu o Conde, envolvendo-se, por causa dele, num projeto inédito de criação de obras de arte destinadas a servir de propaganda a um produto comercial brasileiro. Convidado pelo Conde de Serra Negra, passou meses hospedado em sua fazenda Victória para pintá-la. Produziu uma série de dez quadros que mostram cenas da vida e dos costumes do interior. O Conde levou todas as obras à Europa, onde fizeram parte de inúmeras exposições do Café de São Paulo nas capitais europeias.8De volta à ItáliaApós a última mostra feita no Brasil, expondo mais de 64 telas, Ferrigno vendeu suas obras a diversos colecionadores, o que lhe rendeu dinheiro o suficiente para retornar à Itália. O pintor pode voltar para a família e conhecer seu filho, Rodolfo. Chegou em Gênova em 1905, passou um tempo em San Remo e em seguida voltou a Salerno. Em 1913, conseguiu uma cátedra de professor de desenho da Escola Técnica. Manteve a vida de artista viva, participou de várias mostras importantes da Itália e fez parte do grupo de pintores de Maiori.9Em fevereiro de 1915, expôs suas obras com Luigi Paolillo, que retornara da Argentina, depois do grande sucesso obtido com as telas dedicadas à Terra do Fogo, que lhe haviam sido encomendadas pelo governo.10Nos anos de 1920 e 1930, Ferrigno dedicou-se a pintar os jardins de Ravello, de Vietri e Salerno. Esses jardins coloridos transportam o espectador a uma atmosfera de sonho. Cores fortes se entrelaçam com um brilho e vivacidade intensos. Com os anos, conquistou significativo renome entre a burguesia de Salerno. Todavia, o grupo de pintores de Maiori e Minori, do qual fazia parte, foi diminuindo com a morte de alguns deles. Ferrigno inventou diversos projetos para que o grupo pudesse se manter unido, produzindo em conjunto.10Em 1930, expôs em Túnis, com grande repercussão local. Em 1933, obteve o mesmo sucesso em uma exposição em Salerno, na qual festeja seus cinquenta anos de atividade artística. Continuou ativo por mais alguns anos, participando de todas as manifestações artísticas importantes de seu tempo, até o falecimento no dia 12 de dezembro de 1940, na mesma casa em Salerno onde morara por tantos anos.11CríticaA linguagem do artista é refinada, principalmente após a convivência com mestres italianos como Giacomo De Chirico (Veneza, 1844  Nápoles, 1883). Adquire personalidade e valor iconográfico. Suas obras contem um sentimento peculiar do viajante moderno, com o olhar além das vistas, perceptível nas obras que reproduziu as costas de Amalfi, assim como outros pintores, tais como Scopetta, DAmato, Capone e Rocco. Foi um dos protagonistas da pintura de Salerno.12Em Ferrigno, o desenho, a cor e a paisagem tornam-se elementos unificados de uma narrativa do tempo divididos pelo ritmo dos pensamentos e da imaginação. As emoções afloram em nuances tão autênticas quanto às praias da costa ou o azul do céu marinho. O pintor conjuga a arte fabuladora e imediata do tratamento instintivo, com os rastros de memória, transformando suas obras em trilhas da alma da peregrinação emotiva.12Suas obras no Brasil eram carregadas de tons nostálgicos, pela pátria longínqua. A partir de 1910, já de volta a Itália, as telas eram iluminadas por cores fortes e intensas, relembrando as paisagens latino-americanas.12Cronologia1863  (Dezembro, 22) nasce em Maiori, província de Salerno, ItáliaEstudou no Instituto Belas Artes de Nápoles, tendo sido aluno de Morelli e Giacomo DiChirico.1882  Expões em Nápoles: La mia pace.1883  Expõe Um Vecchio sergente, adquirida pelo Banco de Nápoles.1884  Expõe na Itália.1888  Expõe na Itália1890  O rei da Itália, Umberto I, compra A sera para a Galeria Nacional de Capodimonte.1893  Vem ao Brasil e se fixa em São Paulo.1900  (Junho) Expõe trabalhos executados sob encomenda: General Wehendoerff.(Agosto) Expõe na Galeria Cristal, Rua 15 de Novembro: 3 quadros a óleo.1902  (Julho) Ajuda na organização e expõe na Exposição de Belas-artes e Indústria. Vende: A escola, Jardim, Olaria, Água parada, A comida está pronta, Desafinador.Exposta ali: Baiana em descanso, A Luta pela vida (interior da fábrica de vidro), Paisagem paulista, Inundação na várzea do Carmo.(Agosto) Expõe na Casa Aguiar: costumes brasileiros.1903  (Dezembro) Expõe no Banco Constructor: paisagens com o tema lavoura do café.1904  (Janeiro) Expõe os quadros da lavoura do café junto com Rosalbino Santoro (cenas de fazenda)1905  (Março) Expõe, na Rua 15 de Novembro, paisagens e marinhas.Volta para a Itália, Salerno.1911  Expõe na Promotice Napolitana O inverno em São Paulo, adquirida pelo Duque de Aosta.1914  Participa do Salon dos Indépendents em Paris, com duas paisagens, e na Promotrice Per Il Pane e Spaccatore di Pietre.Retoma o tema dos humildes.1927  Expõe 640 obras na 1ª Mostra Salernitana. Entre elas, Jardins tropicais, Allo specchio, Viale e su cantiere.1940  (Dezembro, 12) Morre em Salerno.1946  Retrospectiva com cem obras organizadas pelos artistas de Salerno.
  • M - Delicada e lindíssima pintura executada finamente em técnica mista sobre antigo papiro, riquíssima em movimentos e tonalidades vibrantes. Mede 34x 44 cm. Enquadrada em moldura com vidro para conservação da obra medindo 45 x 55 cm. Perfeito estado de conservação.
  • SWAROVSKI - Imponente e raro candelabro de três bocas em cristal translúcido, decorado com rica lapidação e extraordinária luminescência. Selado sobre a base Swarovski . Áustria, meados de 2000. Perfeito estado de conservação. Mede aprox 11,5 cm de altura x 22 cm de comprimento x 07 cm de largura. Acondicionado em estojo original.
  • SWAROVSKI - Impecável escultura em cristal retratando raro peso de papel no formato de esfera, decorado com rica coloração, lapidação e extraordinária luminescência. Adornado por trabalho com logo da marca. Manufatura, Swarovski. Áustria, meados de 1990. Perfeito estado de conservação. Mede aprox 4,0 x 4,5 cm. Acondicionado em estojo original, acompanha base de metal dourado.
  • Belíssimo e clássico vaso em vidro artístico de Murano design dito Napoleão de linda tonalidade, feitio com bolhas, pó de ouro espalhado e linda borda. Itália século XX. Perfeito estado de conservação. Mede 14 cm de altura x 13,5 cm de comprimento x 11 cm de largura.
  • MARCELLO GRASSMANN (SÃO SIMÃO-SP, 1925 - 2013, SP-Capital) - Autêntico, raríssimo e lindo desenho executado finamente em técnica mista sobre cartão representando bela cena riquíssima em movimento. Assinada e datada de 1962 no C.I.E. Mede aprox. 34,5 x 49,5 cm. Bom estado de conservação, marcas do tempo no papel. NOTA SOBRE O ARTISTA: Marcello Grassmann (São Simão, 23 de setembro de 1925 São Paulo, 21 de junho de 20131) foi um desenhista, artista plástico e gravador brasileiro.Radicado em São Paulo, estudou mecânica, entalhe e fundição na Escola Profissional Masculina do Brás. Ilustrador do "Suplemento Literário" do jornal "Diário de S. Paulo" no final dos anos 1940, atuou também no "O Estado de S. Paulo". 2Marcello, foi um dos desenhistas brasileiros mais premiados da história da arte moderna. Na Escola Profissional Masculina do Brás, em São Paulo, entre 1939 e 1942 estudou fundição, mecânica e entalhe em madeira. Em 1943 passou a realizar xilogravuras. Entre 1947 e 1948 atuou como ilustrador do Suplemento Literário do Diário de São Paulo, e em 1948 no jornal O Estado de S. Paulo. Em 1949 mudou para o Rio de Janeiro, onde atuou como ilustrador do Jornal do Estado da Guanabara. Frequentou o Liceu de Artes e Ofícios, os cursos de gravura em metal, com Henrique Carlos Bicalho Oswald (1918 - 1965)(filho de Carlos Oswald), e de litografia, com Poty (1924 - 1998). Em 1952 muda para Salvador, onde trabalhou com Mario Cravo Júnior (1923).2 Morreu em 21 de junho de 2013, aos 88 anos, de falência múltipla dos órgãos após ter sido internado com um quadro de pneumonia por dez dias no Hospital Samaritano em São Paulo.1 Foi cremado em cerimônia no Cemitério da Vila Alpina na zona leste da cidade. Recebeu em 1953 do Salão Nacional de Arte Moderna - SNAM o prêmio de viagem ao exterior, e viajou para Viena, para estudar na Academia de Artes Aplicadas. Passou a se dedicar principalmente ao desenho, litografia e gravura em metal. Em 1969 sua obra completa foi adquirida pelo Governo do estado de São Paulo, onde passou a fazer parte do acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo - PESP. Em São Simão, no ano de 1978, por iniciativa da Secretaria de Cultura, Ciência e Tecnologia de São Paulo, a casa onde nasceu foi transformada em museu e tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo - Condephaat. Marcelo Grassmann foi bolsista da Fundação Vitae, em São Paulo entre 1991 e 1992.
  • SWAROVSKI - Impecável escultura em cristal translucido retratando raro peso de papel Antônio decorado com rico trabalho, belíssima lapidação e extraordinária luminescência. Selado Swarovski . Áustria, 2003. Perfeito estado de conservação, acondicionado em estojo original. Mede aprox 5,0 x 6,0 cm. OBS: VALOR DE MERCADO 500/600 REAIS.
  • SWAROVSKI CRYSTAL SOCIETY- Impecável e exclusiva escultura em cristal retratando raro peso de papel no formato de esfera, decorado com rica coloração, lapidação e extraordinária luminescência. Adornado por trabalho com logo do clube SCS (Programa de fidelidade da marca). Manufatura Swarovski. Áustria, meados de 1990. Perfeito estado de conservação. Mede aprox 4,0 x 4,5 cm. Acondicionado em estojo original, acompanha base de metal dourado.
  • SWAROVSKI - ´´SAVE ME´´ - ´´THE SEALS´´ - Impecável escultura em cristal translúcido retratando rara mãe foca com filhote. Edição anual de 1991 "SAVE ME '', decorada com rico trabalho, coloração, belíssima lapidação e extraordinária luminescência. Selado Swarovski . Áustria, 1991. Perfeito estado de conservação, acondicionado em estojo original. Mede aprox 5,0 x 9,0 x 6,0 cm. OBS: VALOR DE MERCADO 1.800/2.200 REAIS.
  • MURANO - Magnífico, clássico e grandioso vaso em vidro artístico de Murano, design clássico com rara tonalidade marrom, feitio gomado riquíssimo em movimentos com bolhas e pó de ouro. Perfeito estado de conservação, Mede 30 cm de altura x 30 cm de largura da borda aproximadamente.
  • Imponente e lindíssimo abajur finamente executado em vidro artístico de murano de excepcional qualidade e manufatura, design exclusivo dito torceil com rico trabalho gomado em relevo, bolhas e pó de ouro. Fiação nova. Mede 63 cm de altura x 21 cm de diâmetro da base. Impecável estado de conservação.
  • MURANO - Belíssimo e elegante vaso em vidro artístico de Murano, design exclusivo com linda tonalidade, rico feitio gomado com bolhas, pó de ouro e adornado por linda e rara Moriza. Perfeito estado de conservação. Mede 14 cm de altura x 10 cm de comprimento x 7,5 cm de largura.
  • ÍNDIA - Antigo e lindo par de grandes vasos executados em metal de ótima fundição, adornados por riquíssimo trabalho esmaltado ao melhor estilo Cloisonné. Medem 46,5 cm de altura x 12 cm de diâmetro da borda. Perfeito estado de conservação.

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